Os 7 nazistas mais notórios que fugiram para a América do Sul

Os 7 nazistas mais notórios que fugiram para a América do Sul


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Depois que as forças aliadas derrotaram a Alemanha na Segunda Guerra Mundial, a Europa se tornou um lugar difícil de ser associado ao Terceiro Reich de Adolph Hitler. Milhares de oficiais nazistas, membros de alto escalão do partido e colaboradores - incluindo muitos criminosos de guerra notórios - escaparam pelo Atlântico, encontrando refúgio na América do Sul, particularmente na Argentina, Chile e Brasil.

A Argentina, por exemplo, já era o lar de centenas de milhares de imigrantes alemães e manteve laços estreitos com a Alemanha durante a guerra. Depois de 1945, o presidente argentino Juan Perón, ele próprio atraído por ideologias fascistas, alistou oficiais da inteligência e diplomatas para ajudar a estabelecer “linhas de ratos”, ou rotas de fuga através de portos espanhóis e italianos, para muitos no Terceiro Reich. Também dando ajuda: o Vaticano em Roma, que ao procurar ajudar refugiados de guerra católicos também facilitou a fuga de nazistas - às vezes conscientemente, às vezes não.

À medida que milhares de nazistas e seus colaboradores invadiam o continente, uma rede simpática e sofisticada se desenvolveu, facilitando a transição para aqueles que vieram depois. Embora não exista nenhuma evidência definitiva de que o próprio Hitler escapou de seu bunker do Juízo Final e cruzou o oceano, tal rede poderia ter ajudado a tornar isso possível.

Abaixo, uma lista de alguns dos mais notórios criminosos de guerra nazistas que chegaram à América do Sul.

1. Adolf Eichmann

POR QUE É INFAMOSO: O "nazista mais procurado do mundo", Eichmann foi o arquiteto da "Solução Final" de Hitler para exterminar os judeus da Europa. O notório tenente-coronel da SS planejou a rede nazista de campos de extermínio que resultou no assassinato de aproximadamente 6 milhões de pessoas. Eichmann orquestrou a identificação, montagem e transporte de judeus europeus para Auschwitz, Treblinka e outros campos de extermínio na Polônia ocupada pelos alemães.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Após o fim da Segunda Guerra Mundial, Eichmann se escondeu na Áustria. Com a ajuda de um monge franciscano em Gênova, Itália, ele obteve um visto argentino e assinou um pedido de passaporte falsificado da Cruz Vermelha. Em 1950, ele embarcou em um navio a vapor para Buenos Aires sob o pseudônimo de Ricardo Klement. Eichmann morava com a esposa e quatro filhos em um subúrbio de classe média de Buenos Aires e trabalhava em uma fábrica automotiva da Mercedes-Benz.

COMO ELE FOI TRAVADO À JUSTIÇA: Agentes israelenses do Mossad capturaram Eichmann em uma operação ousada em 11 de maio de 1960, depois o levaram para fora do país dopando e disfarçando-o como um membro da tripulação da El Al. Em Israel, Eichmann foi julgado como criminoso de guerra responsável pela deportação de judeus para campos de concentração e morte. Ele foi considerado culpado após um julgamento de quatro meses em Jerusalém e recebeu a única sentença de morte já emitida por um tribunal israelense. Ele foi enforcado em 31 de maio de 1962.

2. Josef Mengele

PARA QUE É INFAMOSO: Perdendo apenas para Eichmann como alvo dos caçadores nazistas, o médico apelidado de "Anjo da Morte" conduziu experimentos macabros entre os prisioneiros no campo de extermínio de Auschwitz. Oficial da SS, Mengele foi enviado no início da Segunda Guerra Mundial para a frente oriental para repelir os soviéticos e recebeu uma Cruz de Ferro por sua bravura e serviço. Depois de ser ferido e declarado impróprio para o serviço ativo, ele foi designado para o campo de extermínio de Auschwitz. Lá, ele usou os prisioneiros - principalmente gêmeos, mulheres grávidas e deficientes físicos - como cobaias humanas. Mengele até torturou e matou crianças com seus experimentos médicos.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Após a Segunda Guerra Mundial, Mengele passou mais de três anos escondido na Alemanha. Em 1949, com a ajuda de um membro do clero católico, o “Anjo da Morte” fugiu pela Itália para a Argentina, onde possuía uma loja de equipamentos mecânicos e se casou novamente com seu próprio nome no Uruguai em 1958. O médico morava em vários subúrbios de Buenos Aires, mas depois de saber da captura de Eichmann, passou à clandestinidade, primeiro no Paraguai, depois no Brasil.

COMO ELE ILUDOU A JUSTIÇA: A Alemanha Ocidental enviou um pedido de extradição para a Argentina, que se arrastou, alegando que uma revisão era necessária porque os crimes do médico haviam sido "políticos". Caçadores nazistas o perseguiram por décadas, mas Mengele acabou se afogando na costa brasileira em 1979, abatido por um derrame. Como ele operou com um nome falso no Brasil, sua morte não foi verificada até que seus restos mortais fossem examinados forenses em 1985.

3. Walter Rauff

POR QUE É INFAMOSO: Coronel da SS, Rauff foi fundamental na construção e implementação das câmaras móveis de gás responsáveis ​​pela morte de cerca de 100.000 pessoas durante a Segunda Guerra Mundial. De acordo com a agência de inteligência MI5 do Reino Unido, Rauff supervisionou as modificações dos caminhões que desviavam os gases de escapamento para câmaras herméticas na parte traseira dos veículos capazes de transportar até 60 pessoas. Os caminhões eram levados para os cemitérios e, ao longo do caminho, as vítimas eram envenenadas e / ou asfixiadas pelo monóxido de carbono. Depois de perseguir os judeus na Tunísia controlada pela França de Vichy durante 1942 e 1943, Rauff supervisionou as operações da Gestapo no noroeste da Itália. Lá, como na Tunísia, Rauff ganhou uma “reputação de crueldade absoluta”, famosa pela execução indiscriminada de judeus e partidários locais.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: As tropas aliadas prenderam Rauff no final da guerra. Ele escapou de um campo de prisioneiros de guerra americano e se escondeu em conventos italianos. Depois de servir como conselheiro militar do presidente da Síria em 1948, ele fugiu para a Itália e fugiu para o Equador em 1949 antes de se estabelecer no Chile, onde viveu com seu próprio nome.

COMO ELE ILUDOU A JUSTIÇA: Nunca capturado, Rauff trabalhou como gerente de uma fábrica de conservas de caranguejo-real e, na verdade, espionou para a Alemanha Ocidental entre 1958 e 1962. Seu paradeiro ficou conhecido depois que ele enviou uma carta solicitando que sua pensão naval alemã fosse enviada para seu novo endereço No Chile. Ele foi preso em 1962 no Chile, mas libertado pela suprema corte do país no ano seguinte. O ditador chileno Augusto Pinochet resistiu repetidamente aos apelos da Alemanha Ocidental para a extradição de Rauff. O nazista morreu no Chile em 1984. Pessoas enlutadas alemãs e chilenas em seu funeral fizeram saudações nazistas e gritaram “Heil Hitler”.

4. Franz Stangl

POR QUE É INFAMOSO: Apelidado de "Morte Branca" por sua tendência a usar uniforme branco e carregar um chicote, o austríaco Stangl trabalhou no programa de eutanásia Aktion T-4, pelo qual os nazistas matavam pessoas com deficiências físicas e mentais. Mais tarde, ele serviu como comandante dos campos de extermínio de Sobibor e Treblinka na Polônia ocupada pelos alemães. Acredita-se que mais de 100.000 judeus foram assassinados durante seu mandato em Sobibor antes de ele se mudar para Treblinka, onde foi diretamente responsável pelo segundo campo mais mortal dos nazistas, onde 900.000 foram mortos.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Após o fim da guerra, Stangl foi capturado pelos americanos, mas fugiu de um campo de prisioneiros austríaco para a Itália em 1947. Auxiliado pelo bispo austríaco Alois Hudal, que simpatizava com os nazistas, Stangl viajou para a Síria na Cruz Vermelha passaporte antes de embarcar para o Brasil em 1951.

COMO FOI CAPTURADO: Ele trabalhava para a Volkswagen em São Paulo com seu próprio nome quando foi preso em 1967 após ser rastreado por Simon Wiesenthal, sobrevivente do Holocausto e conhecido caçador de nazistas. Extraditado para a Alemanha Ocidental, Stangl foi julgado e considerado culpado pelo assassinato em massa de 900.000 pessoas. Condenado à prisão perpétua, ele morreu de insuficiência cardíaca em 1971.

5. Josef Schwammberger

POR QUE É INFAMOSO: Um nazista austríaco, Schwammberger era um comandante SS encarregado de três campos de trabalho nos guetos judeus da Polônia ocupada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Brandindo um chicote e um pastor alemão treinado para atacar pessoas, ele chegou em 1942 ao campo de trabalhos forçados de Rozwadów, onde centenas de prisioneiros morreram, muitos deles mortos a tiros pelo próprio Schwammberger. Em 1943, ele organizou a execução em massa de 500 prisioneiros judeus no campo de Przemysl. Ele executou pessoalmente 35 pessoas em Przemyśl, atirando na nuca delas, e despachou judeus para o campo de extermínio de Auschwitz. Em Mielec em 1944, ele limpou a cidade dos judeus. “Seu caminho estava cheio de cadáveres”, disse o caçador de nazistas Simon Wiesenthal.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Preso na Áustria em 1945, Schwammberger fugiu para a Itália em 1948 e meses depois chegou à Argentina, onde viveu abertamente com seu próprio nome e obteve a cidadania.

COMO FOI CAPTURADO: Procurado pela Alemanha Ocidental para extradição em 1973,
Schwammberger se escondeu, mas acabou sendo preso por oficiais argentinos em 1987, depois que um informante respondeu à recompensa de US $ 300.000 do governo alemão. Ele voltou à Alemanha Ocidental em 1990 para ser julgado. Testemunhas no julgamento disseram que viram Schwammberger jogar prisioneiros em fogueiras, matar judeus ajoelhados ao lado de valas comuns e bater cabeças de crianças contra as paredes "porque ele não queria desperdiçar uma bala com elas". Em 1992, ele foi considerado culpado de sete acusações de homicídio e 32 casos de cúmplice de homicídio e condenado à prisão perpétua. Schwammberger morreu na prisão em 2004 aos 92 anos.

6. Erich Priebke

PARA QUE É INFAMOSO: Comandante médio da SS e membro da Gestapo, Priebke participou do massacre das Cavernas Ardeatine em Roma, em 1944, no qual os nazistas massacraram 335 pessoas em retaliação pela morte de 33 membros alemães da SS por guerrilheiros italianos. Priebke admitiu ter matado dois italianos, mas afirmou que estava apenas cumprindo ordens. Priebke também autorizou o transporte de 2.000 judeus romanos para Auschwitz e serviu como intermediário nazista com o Vaticano.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Priebke escapou de um campo de prisioneiros de guerra britânico na véspera de Ano Novo em 1946, cortando arame farpado enquanto seus guardas estavam bêbados. Com a ajuda do bispo Alois Hudal, Priebke fugiu para a Argentina com um passaporte falsificado da Cruz Vermelha em 1948. Ele se estabeleceu na idílica cidade montanhosa de San Carlos de Bariloche, na região da Patagônia, onde operava em uma delicatessen vienense e trabalhava em uma alemã escola, vivendo com seu próprio nome.

COMO ELE FOI CAPTURADO: Em 1994, o passado de Priebke foi revelado ao mundo após uma entrevista emboscada pelo jornalista da ABC Sam Donaldson. Como resultado do alvoroço que se seguiu à entrevista, Priebke foi extraditado para a Itália, onde foi condenado por crimes de guerra e condenado à prisão perpétua, a cumprir em prisão domiciliária. Priebke morreu em 2013 com 100 anos de idade. Seu funeral resultou em um confronto entre manifestantes fascistas e antifascistas, e ele foi enterrado em um local secreto depois que a Argentina se recusou a enterrá-lo em seu solo.

7. Gerhard Bohne

POR QUE É INFAMOSO: Advogado e oficial da SS, Bohne chefiou o Grupo de Trabalho de Sanatórios e Casas de Repouso do Terceiro Reich e foi responsável pela logística administrativa do programa de eutanásia T-4 da Aktion de Hitler. Alegando ser um “assassino misericordioso”, Bohne estava entre os líderes que realizaram um extermínio sistêmico para purificar a raça ariana e evitar gastos do Estado com pessoas com deficiências físicas e mentais. Ao todo, o programa matou cerca de 200.000 alemães com doenças incuráveis, doenças mentais e outras deficiências. As vítimas foram conduzidas para as câmaras de gás das instituições e depois cremadas. O programa serviu como teste para os campos de extermínio em massa mais tarde operados pelas SS. Bohne foi expulso do Partido Nazista após apresentar um relatório acusando sua agência de fraude e corrupção.

SEU CAMINHO PARA A AMÉRICA DO SUL: Bohne fugiu para a Argentina em 1949 disfarçado de “técnico” para os militares do presidente do país, Juan Perón. Mais tarde, ele admitiu que os ajudantes de Perón lhe deram "dinheiro e documentos de identificação".

COMO FOI CAPTURADO: Depois de um golpe que destituiu Perón, Bohne voltou à Alemanha e foi indiciado por um tribunal de Frankfurt em 1963. Libertado sob fiança, Bohne mais uma vez fugiu para a Argentina, de onde foi finalmente extraditado três anos depois como o primeiro criminoso nazista rendido pela Argentina. Declarado inapto para ser julgado, Bohne sobreviveu mais 15 anos antes de sua morte em 1981.


Heinrich Müller: o nazista mais graduado que fugiu

Na primavera de 1945, enquanto os tanques russos avançavam em direção a Berlim, altos funcionários nazistas começaram a pesar suas opções. Alguns optaram pelo suicídio Adolf Hitler se suicidou com um tiro no Führerbunker enquanto Joseph Goebbels, o ministro da propaganda nazista, ingeria cianeto junto com sua esposa e seis filhos. Outros optaram por escapar de Adolf Eichmann e permaneceram sem serem detectados na América do Sul até sua captura pelo Mossad em 1960.

Muitos outros morreram no caos dos últimos dias da guerra ou foram capturados pelas forças aliadas e posteriormente julgados por seus crimes de guerra, incluindo o comandante da Luftwaffe Hermann Göring.

No entanto, há uma figura importante do regime nazista cujo paradeiro após a guerra ainda não foi confirmado até hoje. Heinrich Müller foi o chefe da temida polícia secreta do estado de Hitler, conhecida como Gestapo, durante a maior parte da Segunda Guerra Mundial. Junto com seu subordinado Adolf Eichmann e seu superior Reinhard Heinrich, também conhecido como "A Besta Loura", Müller foi um jogador-chave na organização e execução do Holocausto. Ele também participou da Conferência Wannsee de 1942, que viu a implementação oficial do plano de "Solução Final".

Müller foi visto com vida pela última vez na noite de 1º de maio de 1945, um dia depois de Hitler e Eva Braun terem se suicidado. Testemunhas o colocaram no prédio da Chancelaria do Reich de Hitler e Hans Baur, o piloto de Hitler, citou Müller dizendo: ‘Nós sabemos exatamente os métodos russos. Não tenho a menor intenção de ser feito prisioneiro pelos russos.

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Depois daquele dia, a pista esfria, nenhuma evidência concreta do paradeiro de Müller foi encontrada e ele continua sendo o membro do mais alto escalão do regime nazista, cujo destino permanece um mistério.

Nascido em Munique em 1900, Müller serviu durante a Primeira Guerra Mundial como piloto e ganhou a Cruz de Ferro por bravura. Depois da guerra, ele se juntou à Polícia da Baviera e rapidamente subiu na hierarquia para se tornar o chefe do Departamento de Polícia Política de Munique. Descrito como workaholic, obstinado e frio, Müller era totalmente dedicado aos seus deveres e os desempenhava com disciplina militar.

Um anticomunista de longa data, Müller tornou-se conhecido por suas habilidades na investigação das atividades comunistas em Munique. Isso chamou a atenção de figuras seniores da SS Heinrich Himmler e Reinhard Heinrich. Embora Müller não fosse membro do partido nazista e tenha sido documentado chamando Hitler de "um pintor de paredes imigrante desempregado" e um "esquivador austríaco", Heinrich admirava suas habilidades como policial e sua dedicação inquestionável ao Estado.

Depois que Berlim caiu e a Alemanha se rendeu, dada a antiguidade de Müller no regime nazista, ele se tornou um alvo de alta prioridade para captura pela inteligência aliada

À medida que o domínio nazista sobre a Alemanha se intensificou durante a década de 1930, Müller se viu subindo na hierarquia mais uma vez sob a orientação de Heinrich e, em 1934, ingressou na Gestapo. Em 1938, Müller ordenou a prisão de cerca de 30.000 judeus durante a infame Kristallnacht (Noite dos vidros quebrados), citando que as "medidas mais extremas" deveriam ser tomadas contra o povo judeu.

Em 1939, ele finalmente se juntou ao partido nazista, principalmente para aprimorar ainda mais sua carreira e em setembro daquele ano foi nomeado chefe da Gestapo, ganhando o apelido de ‘Gestapo Müller’.

Junto com a supervisão da implementação das políticas de Hitler contra os judeus e outros considerados "subumanos" pelo regime nazista, ele também ajudou a planejar o projeto de bandeira falsa de codinome Operação Himmler. O projeto procurou criar a aparência de agressão polonesa contra a Alemanha para justificar a invasão nazista da Polônia.

Durante a guerra, Müller criou uma rede incrivelmente bem-sucedida de agentes duplos que forneciam informações falsas aos serviços inteligentes soviéticos. Em 1944, após a tentativa fracassada de assassinato de Hitler conhecida como Conspiração de Julho, Müller foi encarregado de encontrar os responsáveis. Sua investigação levou à prisão de mais de 5.000 pessoas e à execução de cerca de 200. Müller investigou com tanto zelo que recebeu a rara condecoração militar da Cruz de Cavaleiro da Guerra, Cruz de Mérito com Espadas, em outubro de 1944.

Depois que Berlim caiu e a Alemanha se rendeu, dada a antiguidade de Müller no regime nazista, ele se tornou um alvo de alta prioridade para captura pela inteligência aliada. Impedido pela abundância de Müller na Alemanha, dado o fato de ser um nome tão comum, nenhum traço de ‘Gestapo Müller’ foi encontrado pelos investigadores aliados.

Sem nenhuma pista aparecendo, logo se aceitou que Müller provavelmente morrera nos últimos dias da guerra. Não foi até a captura de Adolf Eichmann na década de 1960 que cresceu novamente o interesse sobre o destino de Müller. Eichmann atiçou as chamas declarando aos seus captores israelenses que acreditava que Müller ainda estava vivo.


Jakiw Palij, guarda do campo de trabalho nazista, morou em Nova York até os 95 anos

Jakiw Palij, de 95 anos - o último colaborador nazista morando nos Estados Unidos - foi deportado durante a noite para a Alemanha de sua casa em Jackson Heights. @ABC tem um vídeo exclusivo porque foi removido. @ ABC7NY pic.twitter.com/BevJiMQA1Z

& mdash Candace McCowan (@ CandaceMcCowan7) 21 de agosto de 2018

Jakiw Palij viveu nos Estados Unidos durante décadas após a Segunda Guerra Mundial. Ele imigrou para os Estados Unidos em 1949 e tornou-se cidadão oito anos depois. Quando questionado sobre o que ele fazia para viver na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, Palij disse às autoridades que trabalhava em uma fábrica e em uma fazenda.

Mas Palij não trabalhava em uma fazenda ou fábrica - ele era um guarda no Campo de Trabalho Trawniki, onde mais de 6.000 prisioneiros judeus foram mortos em "um dos maiores massacres do Holocausto", segundo um comunicado à imprensa da Casa Branca. Palij negou repetidamente qualquer responsabilidade, dizendo que ele e outros cidadãos poloneses foram forçados a trabalhar para o Terceiro Reich.

A cidadania americana de Palij foi revogada em 2003, mas nenhum país europeu o aceitou. Por anos após a confissão, Palij viveu discretamente em um duplex em Jackson Heights, um bairro no Queens. Em 21 de agosto de 2018, ele foi finalmente deportado para a Alemanha. Embora Palij tenha sido capturado tecnicamente, ele viveu uma vida relativamente normal até os 95 anos. As autoridades de imigração o enviaram para D & uumlsseldorf. As autoridades então o levaram para uma casa de repouso perto de M & uumlnster para viver o resto de seus dias.


Adolf Eichmann

Mais do que qualquer outra pessoa, Adolf Eichmann foi responsável pelas operações diárias do Holocausto. Ele esteve presente na Conferência de Wannsee em 20 de janeiro de 1942, na qual um plano concreto para a condução de um genocídio foi desenvolvido. Um burocrata de carreira, o papel de Eichmann & rsquos no desdobramento do Holocausto seria coordenar a logística de identificação, coleta e deportação dos judeus da Europa para a morte em campos de extermínio.

Assim que a guerra terminou, Eichmann foi capturado pelos americanos. Ele evitou a descoberta imediata usando uma identidade falsa e, quando uma oportunidade se apresentou, ele escapou do cativeiro americano. Nos cinco anos seguintes, ele viveu como Otto Heninger, um pequeno fazendeiro. Enquanto se escondia em sua fazenda, ele fez contato com a operação do bispo Hudal & rsquos em Roma. Eles forneceram a ele uma nova identidade, & ldquoRicardo Klement & rdquo, juntamente com os documentos argentinos que lhe permitiriam deixar a Europa para Buenos Aires em junho de 1950.

Eichmann encontrou trabalho em Buenos Aires, tornando-se chefe do departamento da Mercedes-Benz lá. Mesmo a meio mundo de distância da Alemanha, porém, ele não poderia manter sua cobertura indefinidamente. Tanto o novo governo israelense quanto alguns dedicados caçadores nazistas particulares estavam ansiosos para encontrá-lo. Eles obtiveram sua pista mais importante quando a filha de um imigrante alemão meio-judeu na Argentina relatou que estava namorando um homem de sobrenome Eichmann que gostava de falar sobre a importância de seu pai no regime nazista.

Como o governo israelense esperava que a Argentina não extraditasse Eichmann, eles enviaram uma equipe de sua agência de inteligência, o Mossad, para sequestrar Eichmann e trazê-lo para Israel. Em maio de 1960, após confirmar a identidade de Eichmann & rsquos, agentes do Mossad o apreenderam em Buenos Aires quando ele descia de um ônibus. Ele foi sedado antes de ser colocado a bordo de um avião e secretado para fora do país para ser julgado em Israel. Durante o julgamento no ano seguinte, ele foi considerado culpado de crimes de guerra e crimes contra a humanidade, e foi enforcado pouco depois da meia-noite de 1 de junho de 1962.


Josef Schwammberger, intimamente associado a vários campos de trabalhos forçados, escapou da justiça por muito mais tempo do que muitos dos outros homens discutidos aqui. Schwammberger foi capturado e julgado por seus crimes em 1992, quando tinha 75 anos. Schwammberger ingressou no Partido Nazista em 1933 e ingressou na SS entre 1941 e 1943.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Schwammberger serviu como oficial da SS na Polônia, trabalhando em Cracóvia e Przemy & Aring & # 155l. Ele foi, nessa época, comandante de vários campos de trabalhos forçados na região. Nem todos os campos eram como Treblinka ou Auschwitz I. Treblinka e Auschwitz eram campos de extermínio, muitos outros campos em todas as áreas controladas pelos nazistas eram campos de trabalhos forçados. Nos campos de extermínio, a vasta maioria daqueles que chegaram seriam condenados à morte em apenas algumas horas. Em campos de trabalhos forçados, os presos trabalhavam até a morte, eram maltratados e tinham uma vida curta, mas não eram mortos na chegada.

Schwammberger, durante seu tempo como comandante desses vários campos, era particularmente sádico. Ele freqüentemente atirava e matava presos, colocava seu cachorro sobre eles e jogava pessoas no fogo. Acredita-se que ele tenha matado até 5.000 pessoas enquanto servia em campos.

Ele foi capturado não muito depois do fim da guerra em Innsbruck, na Áustria, controlada pelos franceses. Na época, ele admitiu um número relativamente pequeno de mortes & ndash35. Quando capturado, ele tinha sacos de ouro e joias tirados dos judeus durante a guerra. Em 1948, durante o transporte para as autoridades americanas, Schwammberger escapou.

Ele fugiu para a Argentina, usando as linhas de rato. A Alemanha Ocidental emitiu um mandado de prisão em 1973, mas somente em 1987 ele foi encontrado e preso. Após a extradição em 1990, ele foi julgado por 34 acusações de assassinato cometido por suas próprias mãos e de ordenar a morte de 275. Ele foi considerado culpado por sete acusações de homicídio e 32 acusações de cúmplice de homicídio. Ele foi condenado à prisão perpétua e morreu na prisão em dezembro de 2004.


4. Ching Shih

Ching Shih era uma pirata ousada e infame.

Ching Shih era uma trabalhadora do sexo em um bordel cantonês quando conheceu o pirata Zheng Yi em 1801. Juntos, eles comandaram a Frota Bandeira Vermelha, expandindo-a de 200 para 1.800 navios. Quando Zheng Yi morreu em 1807, Ching Shih assumiu o controle total da frota e criou seu próprio conjunto de leis sob as quais sua tripulação estava sujeita. Essas leis foram estabelecidas para manter a ordem e proteger suas mulheres cativas. Apelidada de Terror do Sul da China, ela era conhecida por suas punições dramáticas, que incluíam pregar os infratores no convés de seu navio. Ela era uma saqueadora e uma ladra, mas algumas fontes afirmam que ela também era uma contrabandista de ópio. O poder de Ching Shih era tão grande que o governo chinês ofereceu sua anistia apenas para eliminar sua crescente influência. Depois de negociar para manter todo o seu tesouro, ela se aposentou da pirataria e abriu sua própria casa de jogos. Ching Shih morreu em 1844.


The Ratlines

De acordo com a BBC, o termo "ratline" foi cunhado pela inteligência dos EUA para se referir à rede de contatos e esconderijos usados ​​para transportar criminosos de guerra da Europa para a América do Sul. Era perigoso, mas eles também tiveram muita ajuda ao longo do caminho.

O historiador Bill Niven, da Nottingham Trent University, diz (via History Today) que havia vários ratlines que eram os mais frequentemente visitados. Um foi apelidado de rota nórdica e foi da Dinamarca até a Suécia e depois para a Argentina. Outra - a rota ibérica - passava pela Espanha, e ainda outra se chamava rota do Vaticano. Como o nome sugere, aquele passou pela Itália e o salto final foi feito de Roma ou de Gênova.

Ao longo do caminho, havia uma série de esconderijos onde nazistas em fuga podiam ficar quietos por um tempo. E ao longo do caminho, eles também recolheram documentos e passaportes falsificados que lhes permitiram não apenas escapar da Europa, mas começar uma nova vida com uma nova identidade. Adolf Eichmann - o homem encarregado de supervisionar a implementação da Solução Final - era uma dessas pessoas. Quando chegou à Argentina, ele havia se tornado Ricardo Klement (via The Guardian).


Caçando o mal: os criminosos de guerra nazistas que escaparam e a busca para levá-los à justiça

Já aclamado na Inglaterra como "primeira classe" (The Sunday Times) "Um modelo de bolsa meticulosa, corajosa e inovadora" (Revisão Literária) e "absorvente e totalmente envolvente ... merece um lugar duradouro entre as histórias da guerra". (The Sunday Telegraph), Caçando o Mal é o primeiro relato completo e definitivo de como os nazistas escaparam e foram perseguidos e capturados - ou conseguiram viver uma vida longa como fugitivos.

No final da Segunda Guerra Mundial, cerca de 30.000 criminosos de guerra nazistas fugiram da justiça, incluindo alguns dos membros mais graduados do Partido Nazista. Muitos deles têm nomes que ressoam profundamente na história do século XX - Eichmann, Mengele, Martin Bormann e Klaus Barbie - não apenas pela monstruosidade de seus crimes, mas também por causa da natureza sombria de sua existência pós-guerra, escondido nas profundezas da América Latina, sempre um passo à frente de seus perseguidores. Auxiliados e auxiliados por pessoas proeminentes em toda a Europa, eles se esconderam em castelos agourentos no alto dos Alpes austríacos e foram levados por suspeitos agentes secretos argentinos. As tentativas de levá-los à justiça não são menos dramáticas, apresentando sobreviventes vingativos do Holocausto, políticos ineptos e tramas ousadas para sequestrar ou assassinar os fugitivos.

Neste trabalho exaustivamente pesquisado e convincentemente escrito sobre a história da Segunda Guerra Mundial e reportagens investigativas, o jornalista e romancista Guy Walters oferece um relato abrangente de um dos aspectos mais chocantes e importantes da guerra: como os mais notórios criminosos de guerra nazistas escaparam da justiça, como eles foram perseguidos, capturados ou puderam permanecer livres até sua morte natural e como os nazistas foram auxiliados enquanto fugiam por "ajudantes" que iam de um bispo do Vaticano a um médico camelo britânico, e até mesmo membros dos serviços de inteligência ocidentais. Com base em todas as novas entrevistas com caçadores de nazistas e ex-nazistas e agentes de inteligência, viagens ao longo das rotas de fuga reais e pesquisas de arquivos na Alemanha, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Áustria e Itália, Caçando o Mal Com autoridade desmascara muito do que já foi entendido sobre nazistas e caçadores de nazistas na era pós-guerra, incluindo mitos sobre as supostas redes de fuga "Aranha" e "Odessa" e a surpreendente verdade sobre o mais lendário caçador de nazistas Simon Wiesenthal.

De sua assombrosa crônica dos monstruosos assassinatos em massa que os nazistas perpetraram e os detalhes obscuros de sua existência no pós-guerra aos desafios de caçá-los, Caçando o Mal é uma obra monumental de não ficção escrita com o ritmo e a intriga de um thriller.

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Revisão do LibraryThing

Se eles quisessem salvar suas peles, os criminosos de guerra nazistas se depararam com duas escolhas no final da Segunda Guerra Mundial: ou vamoose para terras distantes (geralmente na América do Sul) ou vender seus serviços aos aliados. Читать весь отзыв

Muito interessante

um livro planejado e escrito muito bem pesquisado, definindo o cenário para cada criminoso, quem eles eram, o que eles fizeram e como eles escaparam até como a maioria deles foi capturada. Читать весь отзыв


Gerhard Bohne era um advogado, tendo entrado no Tribunal Distrital de Berlim em 1930. Ele era, educacionalmente, relativamente normal, entretanto, sua participação em atividades de direita começou bem cedo, na década de 1920. Quando ele entrou para o tribunal, sua educação estava completa e ele tinha doutorado em direito. Ele se juntou ao partido nazista na mesma época, em 1930. Entre 1930 e 1933, Bohne defendeu outros membros do partido.

Após a tomada do governo alemão pelo partido nazista em 1933, Bohne foi nomeado chefe da Divisão I. A Divisão I tratou de questões de direitos civis. Bohne experimentou algumas dificuldades jurídicas em 1933, relacionadas a questões financeiras em recurso, sua pena de prisão foi extinta e não houve repercussões em sua carreira. Ele entrou na SS em 1937.

De setembro de 1939 em diante, Bohne serviu como chefe de uma corporação de fachada formada para ocultar a Aktion T4. Aktion T4 era o programa alemão de eutanásia dirigido pelos nazistas que tinha como alvo crianças com deficiência e adultos posteriores. Bohne trabalhou extensivamente para criar a rede administrativa e burocrática para apoiar esses assassinatos, incluindo o desenvolvimento de centros de extermínio e o transporte de vítimas para locais de extermínio. Mais tarde, Bohne compartilhou informações consideradas confidenciais e foi expulso do partido nazista em 1943. Após sua expulsão, ele foi convocado para o exército e capturado pelas forças dos EUA. Ele foi libertado em 1946.

Como não havia mandados de prisão ativos, Bohne retomou o trabalho na Alemanha até 1949, quando fugiu para a Argentina. Voltou voluntariamente para a Alemanha na década de 1950 e foi readmitido na advocacia. Ele foi preso na Alemanha em 1959, mas depois escapou, voltando para a Argentina. Em 1964, o governo alemão entrou com um pedido de extradição de Bohne & rsquos para a Alemanha para julgamento, ele foi acusado de ser responsável pelas mortes de 200.000 indivíduos em Aktion T4. Seu julgamento não prosseguiu porque ele não foi considerado apto para julgamento.


Hitler trocou de lugar com & # x27body double & # x27

Em um dos relatórios mais ultrajantes, um informante do FBI de Dayton, Ohio, afirmou ter conhecido o "verdadeiro Hitler" na década de 1950 em Buenos Aries.

O homem alegou que Hitler tinha um dublê de corpo que ocupou seu lugar nos dias finais da segunda guerra mundial, de acordo com o relatório de 19 de janeiro de 1955.

Ele afirma que o "real" Führer havia se submetido a uma "considerável cirurgia plástica", de modo que parecia muito mais jovem.

No entanto, o homem alegou que a oferta foram seus braços e pernas - que tinham & quotthe aparência de uma pessoa de 65 ou 70 anos & quot.

Agentes do FBI enviaram o relatório a Hoover, com seu informante admitindo que temia contar a história a eles, pois eles poderiam pensar que ele era um & quotcrank & quot.

Hoover encaminhou o relatório para a CIA, que solicitou uma entrevista - com o homem alegando que não tinha memória de suas alegações devido a um acidente de carro.

OS NAZIS QUE ESCAPARAM

HISTORIANOS sabem que Hitler morreu em seu bunker após atirar em si mesmo - mas alguns nazistas escaparam para a América do Sul.

Adolph Eichmann

The evil mastermind behind the "final solution" escaped to Argentina in 1950 after hiding out in Austria.

He was captured in 1960 by Israeli agents before being hanged as a war criminal - being handed Israel's only ever use of the death sentence.

Josef Mengele

Known as the "Angel of Death", Mengele was an SS officer who experimented on and tortured prisoners at Auschwitz.

The vile beast fled to Paraguay, then Brazil, and managed to elude justice before drowning after suffering a stroke while swimming in 1979.

Walter Rauff

The SS colonel behind mobile gas chambers which killed at least 100,000 people during World War 2.

He managed to escape a prison camp before fleeing to Chile, where he lived out his days until 1984 under the protection of dictator Augusto Pinochet.

Franz Stangl

He was known as "The White Death" for his white uniform and worked to kill thoses with mental and physical disabilities.

Escaping to Brazil in 1951, he was eventually captured and taken back to Germany in 1967 - being found guilty of the mass murder of 900,000 people. Ele morreu em 1971.

Gerhard Bohne

Headed up a program to help "purify" the Aryan race which oversaw the slaughter of 200,000 people with incurable conditions.

He hid out in Argentina after fleeing there in 1949 but was arrested after he returned to Germany in 1963. He fled to Argentina again while on bail, but then became the first Nazi extradited by Buenos Aires - dying in 1981.

Conspiracy theories about Hitler's death run rampant even some 76 years since he shot himself in the Fuhrerbunker.

The fascination with his alleged escape was fueled as the Iron Curtain fell in the final days of World War 2.

Soviet Union officials helped sow conflicting information, with some reporting the body found burned in Berlin was a "very poor body double".

Joseph Stalin himself even outright denied Hitler was dead when asked by US President Harry Truman.


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Comentários:

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