Castello di San Michele

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Castello di San Michele é uma imponente cidadela medieval em Cagliari, na Sardenha, construída pelos espanhóis nos séculos XII e XIII. No entanto, existem estruturas neste local desde o século décimo.

Mais tarde, servindo como a luxuosa residência da família Carroz até 1511, a função do Castello di San Michele mudou totalmente no século XVII, quando se tornou uma seção de quarentena para vítimas da peste.

Agora com exposições temporárias, o Castello di San Michele é composto por três torres principais unidas por uma série de paredes grossas.

História do Castello di San Michele

Escavações na década de 1990 revelaram os restos de uma igreja rural, provavelmente do início do período medieval. Durante a era pagã, o culto ao protetor da medicina foi substituído pelo culto cristão ao seu homônimo, San Michele.

O castelo é um complexo militar e originalmente tinha três torres com um fosso ao redor do edifício.

O castelo foi provavelmente construído sobre as ruínas de Giudicati ou Pisan no século 12 para defender a cidade de Santa Igia, que era a capital do Judicato de Cagliari. Foi então reforçado no século 13 com a adição de duas torres orientais.

A terceira torre era aragonesa e data de 1325. Foi construída pelo braço direito do imperador Alfonso, Berengario Carroz, que a transformou em uma luxuosa residência e fortaleza, e a adornou com itens provavelmente roubados da Basílica de San Saturno.

O castelo posteriormente beneficiou soberanos subsequentes. Mais notavelmente, foi vivido por um século e meio até 1511 pela nobre família Carroz, sendo o último membro a viver como a senhora do castelo a temida e amaldiçoada condessa Violante.

Há também uma extensa rede de tesouros subterrâneos e túneis.

Após a era Carroz, o castelo foi abandonado por mais de um século, antes de ser usado como hospital durante a "Peste de Sant'Efisio" (1652-56).

Também foi usado novamente como uma fortificação militar, defendendo a cidade com canhões da milícia de Napoleão em 1793.

Em 1867, foi vendida ao Marquês Roberti di san Tommaso, que a restaurou e começou a reflorestar a colina com pinheiros. De 1929 a 1972, foi a estação telegráfica da Marinha italiana, até que as obras de restauração e aprimoramento do final do século 20 transformaram a fortaleza em um centro de arte e cultura moderna.

Castello di San Michele Hoje

Hoje, o castelo foi convertido e é utilizado como Centro de Arte e Cultura, com exposições regulares com peças como esculturas que aparecem periodicamente.

Do alto do castelo, uma vista de 360 ​​graus da capital pode ser apreciada, com vistas das torres Pisan do distrito de Castello, o porto, o Poetto, a Sella del Diavolo e a lagoa de Santa Gilla.

Chegando ao Castello di San Michele

Do centro da cidade de Cagliari, o Castello di San Michele fica a 45-50 minutos a pé pela Via Cornalias, que é de longe a melhor maneira de aproveitar ao máximo as vistas que o castelo e arredores têm a oferecer. De carro, leva cerca de 10 minutos pela Via Ernesto Maria Piovella.


Castello di San Michele (Ossana)

Il Castello di San Michele è una fortificazione medievale che sorge nel paese di Ossana, em Val di Sole, Trentino-Alto Adige. Di proprietà della Provincia di Trento, é stato sottoposto a diversi lavori di restauro: i mais recente sono terminati nel luglio 2014. Costruito su uno esperone di roccia altrimenti inaccessibile, il castello é caratter caratter of un mastio di 25 metri and dalla presenza, al suo interno, di una cappella consacrata al culto del Santo omonimo. Aperto al pubblico, ospita visite guidate ed eventi.


História da ilha de San Michele

A ilha de San Michele é habitada há muito tempo pelos Monges camaldulenses, um ramo dos beneditinos. Em 1469, os monges pediram a Mauro Codussi que construísse o Chiesa di San Michele em Isola ao lado de seu mosteiro. O resultado foi um dos primeiros edifícios renascentistas em Veneza. Tem uma grande cúpula e uma grande estátua de um anjo acima da entrada. A fachada branca é feita de pedra da Ístria. o Capella Emiliana, desenhado por Guglielmo dei Grigi, foi adicionado em 1530.

o mosteiro de San Michele foi usado pelos monges camaldulenses e mais tarde pela ordem franciscana. Até serviu como prisão por um tempo. Um dos residentes mais famosos do mosteiro foi Fra Mauro. Este monge, que nunca viajou pelo mundo, criou o mapa-múndi mais importante da Idade Média. Ele pode ser considerado a personificação do Google Earth no século 15. Comerciantes de todo o mundo iam a Veneza para comprar e vender seus bens preciosos. Essa era a área de trabalho ideal para Fra Mauro. Ele pediu a todos os viajantes que lhe contassem histórias sobre os países e regiões que haviam visitado antes de chegar a Veneza. Com base nessas informações, ele desenhou um mapa-múndi lindo e muito detalhado. Atualmente está em restauração, mas depois você poderá admirá-lo novamente na biblioteca Marciana na praça de San Marco (veja meu post: 7 autênticas bibliotecas que o surpreenderão em Veneza). Se você quiser saber mais sobre Fra Mauro, este artigo do Atlas Obscura é muito interessante de ler.

O mapa-múndi de Fra Mauro (© Biblioteca Nazionale Marciana)

Em 1804, quando Napoleon havia invadido Veneza, ele ordenou que era ilegal e anti-higiênico enterrar pessoas na ilha principal. Considerando a acqua alta e o fato de Veneza ser construída sobre postes, tenho que concordar com ele nesse ponto. Portanto, Gian Antonio Selva projetou um cemitério da ilha de San Michele em 1808. Este arquiteto veneziano já era o responsável pelo Teatro La Fenice original. O cemitério foi inaugurado em 1813. A estrutura atual com diferentes seções foi projetada pelo arquiteto Annibale Forcellini em 1860. O cemitério é usado por diferentes religiões, como a católica e a ortodoxa grega. A comunidade judaica tem seu próprio cemitério no Lido desde o século 14, enquanto os muçulmanos têm uma seção separada no cemitério de Marghera.

Entre 1835 e 1839, San Michele e a ilha vizinha San Cristoforro delle Pace foram fundidos em um. As obras de recuperação de terras também deram à ilha seu tamanho retangular. Essa expansão foi necessária para criar mais espaço.

Quando a capacidade do cemitério atingiu o seu limite, um novo regulamento foi criado em 1995. As pessoas agora só podem descansar na ilha por 10 ou 20 anos, dependendo da localização de seu túmulo, ou por 99 anos se estiverem enterrados em uma tumba de família. Posteriormente, os restos mortais são transferidos para outro cemitério ou cremados, conforme o desejo da família.

A partir de 2007, David Chipperfield Architects do Reino Unido adicionou vários extensões modernas para a ilha. As seções ‘O pátio dos 4 Evangelistas’ e ‘St. João Batista 'já foram concluídos. Os ‘Três Arcanjos’ com três tribunais secundários com alpendre (S. Michele, S. Gabriele e S. Raffaele), jardins e fontes, serão brevemente entregues às autoridades do cemitério. O mosteiro não é mais habitado pela ordem franciscana desde 2008. No total, San Michele tem uma capacidade de 80.000 lotes.

A nova seção projetada por David Chipperfield Architects (© Servizio Videocomunicazione & # 8211 Comune di Venezia)


Il Castello Estense sorse nel 1385 vem fortezza per il controllo politico e militare e per la difesa della famiglia estense, quindi pensato anche vem strumento repressivo. La prima pietra fu posata simbolicamente em 29 de setembro, giorno di San Michele, arcangelo guerriero a capo delle milizie celesti oltre che data fissata tradizionalmente per i traslochi. [1]

L'opera fu comissionata all'architetto Bartolino da Novara, già artefice del castello di Pavia e poi di quello di Mantova, dal marchese Niccolò II d'Este che ritenne indispensabile dotarsi di una potente macchina repressiva dopo un'imponente rivolta popolare scatenatasi nel maggio maggio di quello stesso anno. Al marchese venne concesso inizialmente un prestito di 25.000 ducati dal signore di Mantova Francesco I Gonzaga. [2]
Alla notizia di un ennesimo aumento delle tasse, i ferraresi insorsero and chiesero a gran voce la consegna di Tommaso da Tortona, consigliere del Marchese and responsabile della riscossione delle gabelle. Tommaso, dopo aver debitamente ricevuto i Sacramenti, fu consegnato dal marchese alla folla inferocita, che lo fece letteralmente a pezzi.

«Il disgraziato Tommaso, non senza aver prima messo in pace con Dio l'anima sua, venne consegnato alla folla inferocita, che, afferratolo e malmenatolo, lo ridusse in tanti pezzi, bruciandone poi alcuni sul rogo dei libri pubblicone gettati alle fiamme, iss altri su canne in segno di trionfo e dando gli intestini da mangiare a uomini, cani ed uccelli. »

Il castello sorse intorno alla torre dei Leoni, un'antica torre di avvistamento già esistente nel XIII secolo ed inserita lungo la cinta muraria che allora delimitava la città verso nord. Bartolino de Novara chiuse il quadrilatero facendo edificare altre tre torri: Marchesana a sud-est, di San Paolo a sud-ovest e di Santa Caterina a nord-ovest. La struttura ebbe quindi na origem da função de fortezza difensiva: di quel periodo so le torri e i ponti levatoi ma nel tempo il suo carattere di reggia dinastica mise in ombra quello militare.

Il Quattrocento Modifica

Dopo il colpo di Stato tentato nel 1476 da Niccolò d'Este, figlio di Leonello, la consorte del duca Eleonora d'Aragona, che in quella ocasional era riuscita a mettersi em salvo barricandosi nel castello, decise di trasferirsi estabilmente nella fortezza che iniziò così ad essere adattata alle necessità della vita di corte. [3]

In seguito anche Ercole prese decisione analoga e quindi di apportare all'edificio diversi ed importanti adattamenti, e assim venne raddoppiato il corpo di fabbrica compresso entre la torre Marchesana e quella dei Leoni e furono iniziati i lavori per ampliare e mettere a decoro la via Coperta , fino ad allora un semplice camminamento che collegava il castello al palazzo ducale, la precedente residenza signorile.

Ad Ercole I si deve l'Addizione Erculea, affidata all'opera dell'architetto e urbanista Biagio Rossetti nel 1492. L'Addizione prevedeva la costruzione di una grande cintura fortificata che avrebbe raddoppiato le dimensioni della città verso setentrione moderna e reinventato ferrara , tanto da poterla annoverare a pieno diritto fra le principali capitali europee. Ulteriore effetto dell'operazione era di spostare il baricentro della struttura urbana and rompere le gerarchie urbane tradizionali. [4]

Il Cinquecento Modifica

All'inizio del Cinquecento, Alfonso I continuò i lavori di ristrutturazione and decorazione del castello intrapresi dal suo predecessore Ercole.

A partire dal 1507 Alfonso fece completamente ristrutturare la Via Coperta para collocarci le proprie stanze private. Em particular, bisogna ricordare as famosas “Camerini d'Alabastro” pomba trovarono posto le sue preziose collezioni d'arte che comprendevano dipinti di Tiziano, Dosso Dossi e sculture di Antonio Lombardo. I cambiamento apportati non incisero sostanzialmente sull'aspetto esteriore del Castello ma dopo un grave incendio scoppiato nel 1554 vennero evitar diversos campagne di ristrutturazione ad opera di Girolamo da Carpi e alla sua morte de Alberto Schiatti. L'intervento del Carpi non modificò la struttura del complesso ma si limitò ad emendarli in pochi e qualificanti elementi, enoughi tuttavia a ridefinire l'aspetto ed il significato simbolico. Le balaustre di marmo sostituirono i merli a coda di rondine medievali ingentilendo assim l'aspetto del castello mentre l'aggiunta delle altane servì a slanciare la costruzione verso l'alto, sostituendo all'ottica dell'osservazione militare quella dellagio contemplazione.

Al quinto ed ultimo duca d'Este, Alfonso II, é invece riconducibile il vasto programma per la messa a decoro del castello, che interessò l'intero edificio, a partire dal cortile interno fino ai saloni del piano nobile. Nel 1597 Alfonso II morì senza lasciare eredi dirti e papa Clemente VIII ne approfittò per togliere il governo della città agli Estensi, i quali dovettero l'anno successivo lasciare definitivamente Ferrara para trasferirsi a Modena.

Con l'insediamento dei cardinali legati nel castello, che ne fecero la sede amministrativa del territorio ferrarese, si assistette ad una progressiva decadenza della città: da capitale estense e anonima periferia dello Stato Pontificio. Todos os postes em essere di este periodo são pochi e sostanzialmente limitati alla zona della torre di Santa Caterina, quali l'ampliamento del rivellino nord e la decorazione delle sale adiacenti.

L'epoca contemporanea Modifica

Nel 1860 Ferrara venne annessa al Regno d'Italia. Il castello, divenuto proprietà dello Stato, fu acquistato por 70.000 liras nel 1874 dall'amministrazione provinciale di Ferrara che prese ad impiegarne gli spazi como sede dei propri uffici e della prefettura. Negli anni l'efficienza strutturale del monumento é stata salvaguardata grazie ai continui lavori di manutenzione, ai quali si sono affiancate, in vari momenti, specifiche opere di restauro. Molti interventi furono fatti nel periodo tra il 1910 ed il 1930, alcuni molto discutibili come quelli tesi a criar una piena accessibilità del cortile del castello alle autovetture. Durante a segunda guerra mundial do rivellino nord fu demolito dai bombardamenti, per poi essere fedelmente ricostruito dal Genio Civile nel 1946.

Nel 1999, per iniziativa del presidente della Provincia di Ferrara Pier Giorgio Dall'Acqua, si diee vita al progetto Il Castello per la Città. Grazie alla colaborazione tra Prefettura e Provincia di Ferrara, si iniziò a pensare ad un nuovo utzo delle stanze sino a quel moment a sede governativa. A fase preparatoria dei lavori partì dal restauro del palazzo di Giulio d'Este, che divenne in seguito la nuova sede della prefettura, e nel 2002, um trasferimento ultimato, si inicia o restauro del castello ed il contemporaneo utilizzo per nuone iniziative. Da ricordare due iniziative che ebbero un grande successo:

  • La mostra Il Trionfo di Bacco inaugurata nel 2002 dal Presidente della Repubblica Carlo Azeglio Ciampi.
  • L'esposizione Gli Este a Ferrara inaugurata il 14 marzo 2004 dal presidente della Commissione europea Romano Prodi.

No ano de 2006, com a capa dei Camerini d'alabastro de Alfonso D'Este e conclui o restauro del Castello Estense, che restituì ai ferraresi ambienti presenti nel mais importante monumento cittadino che da sempre erano inaccessibili al pubblico.

No ano de 2006 se inaugurou o novo allestimento museale predisposto da Gae Aulenti e, sempre nello stesso anno, em seguito ad un accordo tra il Museo dell'Ermitage di San Pietroburgo e la Provincia di Ferrara, nacque il progetto Ermitage Italia che, sino al 2013, ebbe la propria sede di rappresentanza nel castello, prima di essere trasferita a Venezia.

Il 20 maggio 2012 una forte scossa di terremoto - 5,9 gradi Richter - [5] (seguita de una seconda scossa il 29 maggio) ha provocato notevoli danni a molte parti della struttura, em particolare alla torretta Leoni, che ha subito un piccolo crollo. Eu amo a mensagem em sicurezza foram iniciados em tempos rápidos e o complesso degli interventi di restauro esterno são proseguiti to all'inizio dell'estate 2015.

Cucine ducali Modifica

Con l'ampliamento dell'avancorpo est nei primi anni del Cinquecento, il duca Alfonso I fece costruire la grande sala delle Cucine sulle fondazioni dell'antica Porta del Leone. A testimonianza dell'antico use della sala sono rimaste devido finestrelle quadrate che fungevano da prese d'aria por um camino a tutta parete che occupava il lato nord.

I banchetti della corte si componevano di innumerevoli portate inframmezzate of rappresentazioni sceniche ed intrattenimenti musicali: questo connubio tra coreografia e gastronomia permetteva al duca di ostentare la propria ricchezza e potere. Da ciò si può compreende o motivo por cui i grandi “scalchi”, abilissimi cuochi e cerimonieri, erano tenuti in particolare considerazione nelle corti di tutta Europa. Uno in particolare é rimasto famoso: Cristoforo di Messisbugo, al servizio di ben due duchi estensi, Alfonso I ed Ercole II. Geniale regista di tanti fastosi ricevimenti Messisbugo conceitual il banchetto como “uma festa magnifica, tutta ombra, sogno, quimera, fittione, mettafora et allegoria”.

Prigioni e sala del Cordolo Modifica

Le prigioni del castello, poste al livello del fossato, si trovano nei sotterranei della torre dei Leoni. Gli Estensi vi rinchiusero personaggi d'alto rango ou comunque prigionieri por cui occorreva una particolare sorveglianza, non certo detenuti comuni che trovavano posto nelle carceri del palazzo della Ragione. Em alcune celle è ancora possibile riconoscere alcune tracce lasciate dai reclusi come ad esempio delle scritte graffite sui mattoni della parete.

Le cronache antiche riferiscono che queste segrete furono sfondo della tragica fine di Ugo Aldobrandino e Parisina Malatesta: rispettivamente il figlio di primo letto e la seconda moglie del marchese Niccolò III. Nel 1425 il duca, dopo aver scoperto i giovani amanti, ordinò la loro decapitazione e furono condotti al patibolo em fondo alla torre Marchesana.

Si legge nel Diario Ferrarese:

«MCCCCXXV, del mese de Marcio, uno luni, a hore XXIIII, fu taiata la testa a Ugo, figliolo de lo illustre marchexe Nicolò da Este, et a madona Parexina, che era madregna de dicto Ugo e questo perché lui hevea uxado carnalmente con lei. (……) Er furono morti em Castel Vecchio, em la Tore Marchexana: et la nocte furno portati suxo una careta a Sancto Francesco et ivi furno sepulti. »

Altri “ospiti” illustri delle segrete del castello furono don Giulio e don Ferrante, fratelli di Alfonso I. Vennero rinchiusi nel 1506 dopo aver attentato alla vita del duca e del fratello cardinale Ippolito. Por Ferrante la prigionia terminò dopo ben 34 anos com sua morte, mentre Giulio fu graziato de Alfonso II em 1559 all'età di 81 anni. Le cronache dell'epoca ricordano lo stupore dei ferraresi nel vedere don Giulio, vecchio ma ancora vigoroso, spostarsi per le strade della città abbigliato alla moda di cinquant'anni prima.

Accanto alle prigioni si trova la sala del Cordolo che presumibilmente fungeva do posto de guarda. Prende il nome dal cordolo di marmo che attraversa la sala e che corre lungo tutta la parete, un tempo si trovava all'esterno e venne poi incorporato nella struttura del castello.

Loggia degli Aranci detto giardino pensile Modifica

O giardino degli Aranci assunse le dimensioni e le caratteristiche che vediamo ancora oggi com Alfonso I. Testimonianza di ciò é a presenza da “granata svampante”, impresa personale del duca, scolpita sui capitelli della loggia.

Nel 1531 viu costruito il muretto perimetrale merlato del giardino, poi crollato e ricostruito più volte nei secoli, e la Loggia con le quattro arcate a tutto sesto. Girolamo da Carpi, impegnado nel rinnovamento del castello a partire dal 1554, non tralascia il giardino pensile pomba vengono iniziate considerevoli opere decorativo dei merli che vengono dipinti a finti marmi.

Nel 1562 le merlature, secondo gli archivi dell'epoca, vengono demolite e ricostruite. Si provvederà nuovamente alla loro decorazione pittorica che dovrebbe essere l'ultima documentata in epoca estense.

Il giardino nei secoli subisce diversos sistemas: da primeira edizione con vialetti, terreno riportato e coltivazione in aiuole di piante yeari, si arrivò agli aranci piantati in grandi mastelli di legno che nella stagione invernale venivano riparati nella loggia utilizzata come serra. Ancora oggi gli aranci vengono spostati ad ogni cambio di stagione.

Camerino dei baccanali Modifica

In origine il camerino dei baccanali era un piccolo studiolo pomba il signore si ritirava con la sola compagnia dei libri e degli oggetti più idonei a conciliare l'attività intellettuale, ma verso la fine del Cinquecento si era progressivamente transformado em un luogo adibito alla raccolta di oggetti di valore 'arte. Isabella d'Este, sorella di Alfonso I d'Este, aveva contribuiu com um ruolo di primo piano a questa significa evoluzione, realizando nella corte mantovana quei “camerini” rimasti famosas pelo esplendor delle opere d'arte ivi raccolte. Così i favolosi “Camerini d'Alabastro” realizzati por Alfonso I nella “via coperta”, corridoio di congiunzione entre o castelo e o Palazzo ducale, ebbero a modello non già lo studiolo di Belfiore con l'umanistico ciclo delle Muse ideato per Leonello d ' Este nella prima metà del Quattrocento ma, piuttosto, Mantova ei camerini di Isabella.

Oggi dispersa, a quadreria dei camerini d'alabastro, raccolta sulla base de um programa iconografico incentivado no tema do baccanale, comprendeva opere di Tiziano, Dosso Dossi, Garofalo. Anche con Fra 'Bartolomeo e con Raffaello erano stati attivati ​​rapporti ma il primo morì prima di poter consegnare la sua ópera, mentre l'urbinate fornì solo un cartone preparatorio che non traspose mai sulla tela, ma che servì do modello al Garofalo per il Trionfo di Bacco na Índia.

La scelta del tema bacchino alla corte estense era veicolata dal gusto, tipico dell'epoca, per la citazione dell'antico, che sottolineava la formazione umanistica del principe e che consentiva Effaci paralleli tra quest'ultimo ei grandi del passato, se non addirittura con le divinità olimpiche. Bacco em particular não era solo il dio del vino ma colui che, dopo aver conquistato il mondo con la forza delle armi, sconfiggeva sopraffazione e miseria per sostituirvi pace, giustizia ed abbondanza. Alfonso I quindi come un novello Bacco e, dopo di lui, analogamente Alfonso II, che dei dipinti di este camerino dei baccanali fu il committente.

È difficile ricostruire l'esatta atribuzione delle pitture ma si può presumere dai documenti di archivio che a Leonardo da Brescia debbano ascriversi le único inquérito architettoniche ad erme, mentre il Trionfo di Arianna rimanda ai moduli espressivi del Settevecchi e La vendemmia, insieme al Trionfo di Bacco na Índia, richiama la bottega dei Filippi.

Cappella ducale Modifica

La cappella ducale fu realizzata nell'arco di un anno, tra il dicembre del 1590 e quello del 1591, per volontà di Alfonso II, quinto ed ultimo duca di Ferrara, figlio di Renata di Francia e di Ercole II d'Este.

Questo ambiente era noto come cappella di Renata di Francia e veniva riferito alla duchessa calvinista per l'assenza di immagini sacre. Gli affreschi della volta con i quattro Evangelisti tra medaglioni recanti l'aquila estense non incrinavano conto convincente perché ritenuti opera del pittore ottocentesco Giuseppe Tamarozzi. I recenti restauri hanno invece riportato alla luce, sotto le ridipinture e una pellicola di impurità, gli affreschi originali che le fonti archivistiche assegnano a Giulio Marescotti, un pittore della corte estense attivo a multa del Cinquecento. [6]

Sala dell'Aurora Modifica

La sala oggi detta dell'aurora, già stanza privata di Ercole II, era conosciuta nel Cinquecento come camera dello Specchio. Da essa prende o nome do intervalo de appartamento de rappresentanza voluto de Alfonso II.

A cena proposta nella volta di questa sala vengono oggi geralmente interpretar como un'allegoria della vita umana, scandita dal rapido volgere dell'età, portanto, venha lo scorrere delle ore nell'arco del giorno. La volta é divisa in comparti inscritti in festoni di frutta and motivi geometrici pomba vengono raffigurati i quattro momenti del giorno che ruotano intorno all'immagine centrale del Tempo. Atribuições de Ludovico Settevecchi vanno Il Giorno e Il Tramonto um Bastianino Il Tempo, La Notte e L'Aurora. A Leonardo da Brescia, mais pittore attivo em quegli anni alla corte estense, vanno assegnati il ​​cornicione com la teoria di putti alla guida di bighe fantastiche e i festoni di frutta no campo d'oro.

L'apparato decorativo dell'ambiente era completado pelos arazzi que rivestivano le pareti criando um insieme di grande impatto cenografico.

Saletta dei giochi Modifica

Camera di collegamento entre o salone dei giochi e a sala dell'aurora, viene detta saletta dei giochi por gli affreschi della volta che riprendono i temi sviluppati nella decoração delle sale adiacenti. Accanto al motivo centrale delle quattro stagioni, idealmente connesso ai quattro momenti della giornata rappresentati nella sala dell'aurora, viene ripreso anche il tema delle arti ed esercizi ginnici, già ampiamente trattato nel salone e qui ripreso e completato con dei putti impegnati nel gioco birilli e dei trottola.

Ai lati si possono distinguere quattro scene in cui vengono rappresentate delle competizioni sportive. Le gare sono quelle em voga nell'antichità: a sud Il gioco degli otri, um exercício de habilidade e destrezza praticato durante a festa de Bacco a nord Il cesto, l'antico pugilato che si combatteva con le mani fasciate da corregge di cuoio tempestate di borchie and placche metalliche.

Più legate all'atletica militare sono invece le scene proposte all'estremità della volta: a est Il telesiaco, esercizio saltatorio che si eseguiva in armi per sviluppare la destrezza negli scontri a ovest Il combattimento gladiatorio mergulhei eu Reziari affrontano i loro classici antagonisti, i secutores armati non solo di rete e tridente, ma anche dell'elmo gallico a forma di pesce, atributo tipico dei Mirmilloni. L'improprio equipaggiamento dei reziari é dovuto, con ogni probabilità, alla trascrizione nell'affresco dei perduti disegni di Mirmillo e Secutor, realizado por Pirro Ligorio, antiquario e architetto di corte che sovraintese alla decoração de appartamento dell'o soviete. L'autore degli affreschi è Ludovico Settevecchi tuttavia occorre pensare che il titolare delle pitture di figura venga affiancato de uno stretto colaboratore e da un pittore di grottesche. Neste caso, o stretto colaborador é o Bastianino, al quale são atribuídos Le quattro stagioni, Il gioco degli otri, Il telesiaco, Il gioco dei birilli e Il gioco della trottola.

Salone dei giochi Modifica

Nel salone dei giochi venivano accolti i parenti e gli ospiti illustri in visita al ducato estense. Pirro Ligorio, architetto and antiquario di corte, fu incaricato di progettare l'inquadratura scenica degli episodi e di realizzare i disegni di base sui quali avrebbero lavorato i pittori.

Le arti ginniche, all'epoca molto em voga, furono scelte come soggetto della volta. O tema era perfeitamente na linha com a personalidade do comprometido, o duca Alfonso II, o appassionato sportivo e cultore del gioco della palla. Emblematica in questo senso è l'opera di Girolamo Mercuriari, De arte gymnastica. L'edizione veneziana del 1573 é ilustrada com xilografie tratte da disegni del Ligorio che ricalcano in vari punti gli affreschi del castello e confermano quindi la paternità dell'architetto di corte nell'ideazione del ciclo. Bastianino, Ludovico Settevecchi e Leonardo da Brescia sono gli artisti ai quali i documenti e l'indagine stilistica assegnano le pitture.

La volta non era l'unico element decorato di este ambiente at alla metà dell'Ottocento infatti era visibile una decorazione parietale che simulava sfondamenti prospettici, con finte architetture, colonne and statue in nicchia. Uno schizzo, eseguito appunto a metà ottocento de Liverani, pittore and scenografo faentino, ci consente di farci un'idea mais precisa de questi affreschi a quadratura, definitivamente cancellati mais um secolo fa con l'apposizione di una tappezzeria, oggi rimossa.

Appartamento della pazienza Modifica

La torre di santa Caterina ei locali adiacenti vennero tranformati in abitazione una prima volta alla fine del Quattrocento per il giovane Alfonso non ancora duca, che vi collocò i suoi laboratori e fucine di “lambichi” vari tramite il rivellino il principe poteva accedere al giardino del padiglione.

Em seguida, al devastante incendio del febbraio 1554 e até 1556 la sequenza di ambienti che circondano la torre di santa Caterina venne rinnovata e destinata al novo appartamento voluto da Ercole II - duca di Ferrara dal 1534 al 1559 - decorato da Girolamo da Carpi secondo un raffinato programma iconografico ispirato alla virtù della pazienza, “impresa” personale del duca.

L '“appartamento della pazienza” era formato da questa camera della pazienza inscritta nel perimetro della torre di santa Caterina, da una camera adiacente, un camerone, un Toresino, un salotto, una loggetta e, molto probabilmente, da un piccolo giardino pensile, citato nei documenti come zardin novo suso le lastre.

Oltre alle tele raffiguranti la pazienza di Camillo Filippi e l'occasione di Girolamo da Carpi, furono colocado em questi spazi la pace e la giustizia di Battista Dossi, opere che, insieme alle decorazioni ad affresco elaborate con stucchi e dorature eseguite dai numerosi pittori attivi presso la corte (Girolamo Bonaccioli, Leonardo da Brescia, Battista Bolognesi, Battista Dossi) e ai ritratti della logta famiglia Vighi di Argenta, resero celebre ai suoi tempi l'appartamento ducale.

Negli ambienti del castello posti al piano nobile e rivolti a occidente, nulla resta che pode ricordare l'appartamento della pazienza. Distrutto completamente dai cardinali legati che subentrarono al governo nel 1598, l'aspetto attuale é o risultato dell'ultima opera di rifacimento, degli anni trenta del Novecento. Quanto alle tele che ne ornavano le pareti, esse furono transferite a Modena dopo la devoluzione del ducato estense allo Stato pontificio, e vennero poi em gran parte vendute ai principi elettori di Sassonia alla metà del Settecento.

Anticamera della galleria Modifica

Questa saletta faceva parte dell '“appartamento della pazienza”. Da qui si accedeva alla “galleria” fatta adattare dal duca Ercole II a partire dal 1554, lungo l'antica cortina di collegamento tra le torri di santa Caterina e di san Paolo, per contenere le proprie collezioni d'arte. Le decorazioni, risalenti ai primi decenni del Novecento, richiamano le "imprese" dei principi estensi.

Sala di Ettore e Andromaca Modifica

Al capo oposto dell'antico “appartamento della pazienza” di Ercole II, laddove iniziava la galaria nova, tra la torre di santa Caterina e la torre di san Paolo, é agora visibile un soffitto decorato recuperato nell'ultima tornata di restauri sotto una intercapedine aggiunta nei primi decenni del Novecento.

La guida scritta da Ginevra Canonici Fachini, Due giorni em Ferrara, pubblicata nel 1819, dava notizia della decorazione dell'appartamento del cardinale Tommaso Bernetti di Fermo, il “delegato pontificio straordinario” che prese stanza in castello all'epoca della Restaurazione, dopo il 1815 e dopo che le guerre napoleoniche avevano segnato una momentanea interruzione dei lavori di abbellimento del castello. La guida segnala una decorazione databile al 1816, portata a termine da due artisti ferraresi, il pittore ornatista Giovanni Bregola (Ferrara, 1764 - 1822), di cui si hanno pochissime notizie e Francesco Scutellari (Ferrara, 1780 - 1840) «figurista dilettante», interessante personaggio dell'Ottocento ferrarese, appartenente a una famiglia aristocratica in cui si coltivava da almeno una generazione l'interesse per le arti. Il dipinto illustra il brano del VI canto dell'Iliade in cui è narrato un episodio della guerra di Troia: l'eroe troiano Ettore dà l'addio alla moglie e al figlio Astianatte presso le Porte scee, prendendo in braccio il piccolo dopo essersi spogliato dell'elmo.

Anticamera del governo Modifica

Questo piccolo ambiente di grande qualità artistica era legato, nel Cinquecento, alla sala del governo con funzione di anticamera del «salotto di Sua Eccellenza». Ne è conferma, oltre alle fonti documentarie, un impianto decorativo assai simile e coevo alla sala del governo, caratterizzato da pregevoli grottesche negli sguinci delle finestre e nella piccola volta del soffitto.

Le pitture si presentano in parte alterate da interventi di restauro eseguiti nei primi decenni del Novecento. La decorazione è stata eseguita nel 1556 da Girolamo Bonaccioli, già autore del soffitto della sala del governo, e da Battista Bolognese. Nel dicembre 1566 Filippo de Vecchi veniva pagato per aver lavorato «nel salotto che fa da anticamera alla sala della stufa», probabilmente completando o restaurando l'opera.

Sala del governo Modifica

Questa sala aveva grande importanza rappresentativa per il duca Ercole II (1534 - 1559): è qui infatti che venivano esercitate le funzioni di governo e di esercizio della giustizia.

L'ambiente è caratterizzato da un ricco soffitto ligneo a lacunari di diverse forme, ovali, ottagonali, esagonali, romboidali, ed è arricchito da una decorazione pittorica policroma e luminosa, da applicazioni in legno dorato e tornito a forma di roselline e da rosoni intagliati posti al centro dei cassettoni. Il soffitto, molto simile per impianto e dimensioni a quello del salone d'onore di Palazzo dei Diamanti, è stato realizzato tra l'incendio del 1554 e il terremoto del 1570, con il contributo di diverse maestranze.

Il programma iconografico fa riferimento a diverse fonti letterarie: oltre alle Genealogie di Boccaccio è possibile rintracciare anche riferimenti alle opere di Natale Conti, di Lilio Gregorio Giraldi i cui argomenti sono i nomi, la storia, le tradizioni e i miti delle divinità, e alle Imagini delli dei de gl'antichi di Vincenzo Cartari, dedicate a Luigi d'Este nel 1571.

I lavori cominciarono nel 1559 in una delle stanze del lato sud, con la costruzione di una grande stufa rivestita di maioliche decorata con una grande aquila bianca, simbolo della famiglia, da cui il nome di camera della stufa.

Sala della devoluzione Modifica

La sala, caratterizzata da un soffitto dipinto a grottesche che ingloba quattro scene a soggetto storico, è detta anche “Sala Rossa” per sottolineare la presenza di un fregio a greche sormontato da una zoccolatura che conferisce armonia e continuità al soffitto. Si trova nell'ala rinnovata ai primi del Cinquecento da Alfonso I d'Este per la moglie Lucrezia Borgia, dove successivamente, verso la fine del secolo, Alfonso II collocò una parte dei suoi offici di governo, in particolare le sale per le udienze. Le decorazioni vennero eseguite attorno al 1830, nell'ottica di una rinnovata dignità attinente ai tempi della politica della Restaurazione e in concomitanza con alcuni lavori di restauro al Castello. La sede legatizia, committente delle opere, impose un soggetto dal forte carattere antiestense, scegliendo di far rappresentare quattro episodi che si riferiscono al tema della devoluzione in quel fatidico 1598, anno in cui l'ultimo duca estense dovette abbandonare la città. Autore delle scene dal tono narrativo-romantico è il pittore Francesco Saraceni (1797 - 1871) che lavorò spesso accanto a Francesco Migliari (1795 - 1851), mano tra le più felici dell'Ottocento ferrarese, sia nelle decorazioni del Castello, sia in quelle eseguite per altri palazzi ferraresi, tra cui il Teatro Comunale, e per numerose chiese cittadine.

Sala dei paesaggi Modifica

La sala, con soffitto a padiglione, presenta una singolare stratificazione pittorica in cui si possono distinguere tre fasi collocate tra la prima metà del Settecento all'Ottocento. Ad un primo intervento risalirebbero alcuni elementi decorativi, i quadri riportati nel fascione terminale delle pareti, separati e incorniciati da partiti d'ornato. Il secondo momento è da individuare nelle lunette monocrome color vinaccia di poco più tarde, mentre le vele, con mostri marini attorcigliati attorno a un tridente, e il soffitto monocromo, sembrano ormai pienamente ottocenteschi, assimilabili a decorazioni coeve ancora visibili in molti palazzi ferraresi. Il colore grigio-verdastro è dovuto a una velatura probabilmente stesa durante i restauri di fine Ottocento. Le scene, accostabili all'opera del pittore Giuseppe Zola (1672 - 1743), o quanto meno riferibili al suo ambiente, sono inserite in una cornice illusionisticamente bombata, che bilancia la concavità della parte superiore lavorata a finti legni dorati, con intagli interrotti agli angoli dalle foglie d'acanto, accompagnata da candelabre laterali in finto stucco di fattura assai elegante. Lo sfondo dei paesaggi, caratterizzati in primo piano da una serie di episodi minutamente descritti, si presenta sempre molto articolato, con una grande attenzione alla resa prospettica questo uso dello spazio di tipo teatrale non è nuovo a un artista come Zola, un innovatore nell'attività scenografica ferrarese. La lettura complessiva della decorazione della sala è di non facile comprensione: potrebbe essere giocata sul contrasto tra la tranquillità della terraferma e la pericolosità del mare, agitato da tempeste che provocano naufragi. Questa lettura trova conferma in due figure allegoriche ancora leggibili, rispetto alle quattro originarie, presenti nelle lunette monocrome, di esecuzione però successiva e di attribuzione incerta. Poseidone, dio del mare armato di tridente, è diagonalmente opposto a una figura femminile che stringe nella mano destra spighe di grano, e accanto alla quale si nota la presenza di un mulino che rimanda al lavoro nelle campagne, identificabile con la Terra in accezione di Abbondanza e Prosperità. Sembra difficile stabilire una correlazione di significato tra i riquadri a paesaggio e i diversi elementi, come gli animali esotici e le panoplie, ovvero gli insiemi di armi, che occupano le lunette.

Sala degli stemmi Modifica

È uno dei luoghi del Castello Estense che rappresenta l'ultima trasformazione del grande monumento. Dopo essere stato struttura di difesa e residenza principesca dei duchi estensi, con l'anno della devoluzione (1598) diventò Palazzo del Governo. Qui si insediò il potere politico rappresentato dai cardinali legati - mentre il vescovo continuava a dimorare nella sua sede storica - che governarono da questo luogo i possedimenti padani e transpadani di Santa Romana Chiesa fino al momento in cui cessò il potere temporale del Papato. Qui si esercitò successivamente il potere civile rappresentato dai prefetti, i quali fino all'anno 2000 hanno avuto negli ambiti del Castello anche la loro residenza. Dalle carte relative al progetto di Pirro Ligorio (1500 circa - 1583) per la "Libraria" e per l'"Antichario" nel Castello di Ferrara, si apprende che intorno al 1570 questa sala si presentava divisa in due ambienti: uno più ampio e uno più piccolo, a sud, che inglobava l'ultima delle cinque finestre sul cortile interno. Da un inventario del 1584 risulta che nel salone erano disposti oggetti, marmi e sculture della collezione estense, mentre nella saletta stavano gli oggetti di piccole dimensioni, per lo più vasi e bronzetti. Fra la volta di copertura e l'attacco alle pareti una fascia dipinta, alta oltre quattro metri, reca in alto gli stemmi dei pontefici sotto i quali sono gli stemmi dei cardinali legati che avevano avuto da quei papi il mandato di esercitare la giurisdizione civile e politica dei beni della Chiesa. La fascia, realizzata nei primi anni del Seicento, recava in quel momento scudi anonimi alternati in colore argento e oro a mano a mano che un cardinale succedeva all'altro nel controllo dello Stato e un pontefice succedeva all'altro al soglio pontificio, il suo stemma veniva apposto entro questo calendario del dominio dello Stato della Chiesa dal 1598 al 1859. L'impianto decorativo inferiore è ascrivibile al pittore-scenografo Giuseppe Migliari (Ferrara 1822 - Odessa 1897), che prestò la sua opera coadiuvato da Celestino Tommasi (Ferrara 1796 - Bologna 1868). Nel 1857, in occasione della visita a Ferrara di papa Pio IX, oltre ad ordinare alcuni stemmi cardinalizi, vennero realizzate sei vedute dei principali centri della Legazione: Comacchio, Ferrara, Lugo, Bagnacavallo (l'unica a non essere sormontata dallo stemma comunale), Pomposa e Cento. Il riquadro annerito che spicca sulla parete nord ricorda il pro delegato pontificio conte Filippo Folicaldi, la cui insegna, insieme alla sua memoria, è stata "cancellata" a seguito di un episodio di repressione durante il governo austriaco (1852) e delle dimissioni del conte dopo la sua implicazione in un processo (1856). L'unità d'Italia è ricordata da due targhe dipinte, poste sopra le porte che conducono alla Sala dei Comuni e al cosiddetto "Salotto Azzurro", recanti rispettivamente le date del 6 settembre 1859, giorno in cui l'Assemblea delle Romagne rifiutò di sottostare al Governo temporale pontificio, e della votazione del 7 dicembre 1859, in cui si decise l'annessione al Regno di Sardegna sotto il re Vittorio Emanuele. Dal 1860, agli emblemi dei cardinali lungo le pareti, già ampiamente rimaneggiati, vennero aggiunti quelli delle famiglie dei prefetti del Regno d'Italia.

Sala dei comuni Modifica

Per circa ottant'anni in questa sala si sono tenute le riunioni del Consiglio della Provincia di Ferrara, proprietaria del Castello Estense dal 1874. Ogni traccia dell'età estense - quando era detta “Sala della Credenza”, forse adibita a pranzi ducali prima e a sede delle collezioni poi - è andata perduta. Nel 1919, finita la prima guerra mondiale, si realizzava un ambizioso lavoro a seguito di un discorso progettuale intrapreso fin dal 1916: la ristrutturazione, dalla decorazione agli arredi, all'illuminazione, della Sala del Consiglio, sino a quel momento tenuto nel Salone dei Giochi. Eliminate le decorazioni di gusto neo-barocco realizzate appena qualche decennio prima, lo stile doveva essere “moderno”, slanciato verso il futuro. Per interpretare l'obiettivo stilistico arrivarono a Ferrara il piemontese Giovanni Battista Gianotti (1873 - 1928) e il cesenate Ettore Zaccari (1877 - 1922): il primo, ideatore dell'insieme, titolare di “Officine d'arte” con sedi a Milano e a Buenos Aires, valente frescante, originale ceramista, progettista di vetrate, mosaici, mobili il secondo valido ebanista proiettato sul nuovo fronte del “design”. Con loro arrivarono due maestri nella lavorazione del ferro battuto: Carlo Rizzarda e il socio Benotti. L'opera non smentisce la fama degli artisti: in questa sala si riscontra un eccellente saggio degli sviluppi del liberty in art déco, che si legge nell'ornato orientaleggiante dipinto sulla superficie delle volte, nelle specchiature a mosaico di ceramica che raffigurano gli stemmi dei Comuni della provincia, nel pannello con il motivo a papaveri ondeggianti nel grano che circonda lo stemma della Provincia sopra la cattedra del presidente. Lo stesso motivo ritorna in una delle cornici intagliate dei sei portali, mentre nelle altre troviamo anguille tra onde e alghe, scoiattoli su rami fioriti, rondini nella vigna, beccacce in valle, libellule e farfalle tra le spighe. Un tempo nelle quattro lesene erano appliques in ferro battuto di cui restano gli attacchi, poi sostituite da fonti di luce più moderne.

Le quattro torri, caratteristica del castello, sono circondate da un fossato e sono il simbolo di Ferrara. [7]

Torre Marchesana Modifica

La torre Marchesana è posta sull'angolo a sud-est. La duchessa Eleonora d'Aragona fece adattare con modifiche importanti la torre perché vi fossero sistemati i propri appartamenti privati, e questo avvenne in seguito al tentativo fallito di Niccolò d'Este di conquistare il ducato deponendo Ercole I. La decisione di Eleonora fu poi determinante per l'utilizzo della fortezza che ne sarebbe seguito, che trasformò una struttura militare-difensiva in luogo raffinato per gli alloggi degli estensi e di alcuni membri della corte. [8]

Torre di San Paolo Modifica

La torre di san Paolo è posta sull'angolo sud-ovest del castello, caposaldo dell'ingresso principale.

Torre di Santa Caterina Modifica

La torre di Santa Caterina sorge a nord-ovest

Torre dei Leoni Modifica

La Torre dei Leoni sorge a nord-est ed offre un punto panoramico dal quale si possono vedere sia tutta Ferrara sia il giardino pensile. È proiettata verso il luogo in cui è stata ricostruita la chiesetta di san Giuliano, visibile dalle finestre, che, trovandosi proprio dove avrebbe dovuto sorgere la torre nel progetto di Bartolino da Novara, fu demolita nel 1385. Per questo la torre viene anche individuata con il nome di San Giuliano.

Assieme alla torre di santa Caterina, quella di nord-ovest, subì grandi danni per il terremoto di Ferrara del 1570, tanto da dover ricostruire tutti i solai, un tempo strutture in muratura, ora più leggere strutture in legno. La sala al piano nobile della torre ha perso ogni connotazione rinascimentale, ma rimane se pur modestamente una delle più decorate del castello, in un insieme abbastanza aggraziato anche se non del tutto stilisticamente coerente. I disegni alle pareti, colorati a tempera, sono dedicati all'immagine di Diana e di altre divinità, mentre sul soffitto, tra grandi partiture scandite da leggere strutture architettoniche, si trovano raffigurate, in piccoli riquadri, le quattro stagioni.


Chiesa di San Michele Arcangelo - Bevagna

Over the centuries the church underwent many changes: in the fifteenth century the roof was restored by the will of prior Bernard Eroli, in the seventeenth century the interior and the facade were adapted to Baroque style. A new rose window was opened, demolishing the original and parts of the corbelled arches inside both the Church and the crypt were entirely covered with stucco and vaulted with reeds and plaster the bell tower built in the late twelfth century was changed at the top, reusing pieces of the existing bell tower.

Today the restorations are seen in the floor, the staircase leading to the presbytery, the wooden pitched roof, the great oculus of the facade with the reconstruction of the central arches. The current structure is a basilica layout with a raised presbytery and naves separated by columns with arches crossing characterized by rincassate rings resting on abraded capitals for baroque interventions. The facade dates back to the early thirteenth century. It is built in travertine blocks below there are three doors, with the central one richly adorned higher up is divided into five parts by four shaped pilaster strips those on the right are extended to the belfry between the pilaster strips there are three lights row of blind arches resting on molded brackets human and animal heads runs above that. By the pilasters are four projecting busts, two animalistic ones and the third one in the shape of a crowned man's head.

The central door of the facade uses partially reworked Roman jambs at the impost are, on the left, the winged bust of St. Michael with spear in one hand and open book in the other one next to him a dragon tries to bite the spear of the archangel under is the inscription Rodolfo and Binello made these works Christ always bless them St. Michael keep them.
The other side is an angel with a processional cross and title block. The crypt consists of twelve spans divided by six slender columns.


Cagliari is built on seven hills and it is thought that the Romans worshipped the god Aesculapius atop the Colle di San Michele. In the Byzantine era, the pagan worship for the protector of medicine was replaced by the Christian worship for San Michele. Perhaps it is no coincidence that on the top of the hill, which can be reached from hairpin bends rising up between white tuffaceous rocks and the green of agaves and Mediterranean greenery, it appears there was once a monastery and, later, a church dedicated to the archangel. Rising up today, in excellent condition, is a medieval castle that overlooks the city, surrounded by a green park. Once isolated, today it is part of the is Mirrionis district. A 360-degree view of the capital can be enjoyed from the top, with the Pisan towers of the Castello district, the port, the Poetto, the Sella del Diavolo and the Santa Gilla lagoon. The manor, having long been the sentinel of the access road from Campidano, can be seen from all points around the town and the surrounds, even from kilometres away when approaching from the Highway 131.The quadrangular structure of the castle, built of limestone from the Cave di Bonariuma, has three large corner towers, two older, to the north-east and south-east, constructed with perfectly squared ashlars, and a south-west tower that was erected later with a coarser technique, rising up even higher and without a talus wall base like the first two. They are connected by curtain walls. In the west, traces of the Romanesque façade of the Oratorio di San Michele Arcangelo can be seen. It has two entrances side-by-side, an indication of a building with two naves that became the castle’s chapel, after having been incorporated therein. Around it is a wide and deep moat that can be crossed by a bridge, today as in the past, perhaps as early as the Piedmontese operations undertaken in the 18 th century, which transformed the ancient manor into a modern fort.

The origins are controversial. One evocative theory places the birth between the end of the Byzantine age and the beginning of the time of the Judicatures (10 th century) - a single tower to defend what was then the capital, Santa Igia. The structure would then be completed under the Pisans. More likely, the foundation is from the 12 th century (from the Giudicati or Pisans), then reinforced in the 13 th century with the addition of the two eastern towers. The third tower and other additions would then be Aragonese, starting in 1325, when Berengario Carroz, longa manus of the emperor Alfonso, received the San Michele hill in fief. In a few years, he transformed it into a fortress and a luxurious residence, adorned with precious objects (perhaps) plundered from the Basilica di San Saturno. Throughout the 14 th century, the Castello di Bonvehì - so renamed at the time for its splendid view - benefited greatly from the various sovereigns. The Cagliari authorities contested the operations and abuse of the privileges granted by the Crown. The issue was resolved upon the granting of extradition to those who had enjoyed the protectorate of the Carroz. Os eventos de Bonvehì remained inextricably linked to the noble Spanish family of the Carroz until 1511, following a century and a half of splendour. The last member of the family to live as the lord of the castle was Countess Violante, greatly feared and cursed by the clergy for the murder of a priest. During her time, the castle was also referred to as ‘della Contessa’ (the ‘Countess’s castle’). Apparently, her ghost still wanders about the fortress. In addition to ghosts, there are also various underground tunnels and treasures - there is evidence of an accusatory procedure (18 th century) against a priest found guilty of having sought a treasure hidden in the castle through the ritual of ‘afromanzia’ or ‘idromanzia’ (hydromancy), being the invocation of the devil and recitation of magical spells. After the Carroz era, the castle was abandoned for over a century, before being used as a lazaret during the ‘Plague of Sant’Efisio’ (1652-56). Military functions resumed at the end of the 18 th century, with the last moment of glory being in 1793 when, equipped with cannons, it defended the city from the invasion of Napoleon’s militia. In 1867, it was sold to the Marquis Roberti di San Tommaso, who had it restored by Dionigi Scano and began the reforestation of the hill with Aleppo pines. From 1929 to 1972, it was the Navy’s radio-telegraphic station. The restoration and enhancement works of the late-20 th century transformed the fortress into a modern art and culture centre, with the hill becoming a site of scenic value.


Chiesa di San Michele Arcangelo

The Chiesa di San Michele Arcangelo church, one of the oldest in Perugia, is located inside the Porta Sant'Angelo district in the final section of Corso Garibaldi. The latter is characterised by the presence of numerous religious buildings and voluntary institutions, such as the Chiesa di Sant'Agostino church, and the Monastero di San Benedetto, Monastero di Santa Caterina, Monastero di Sant'Antonio, Monastero della Beata Colomba and Monastero delle Clarisse di Sant'Agnese monasteries.
From the outside it is noteworthy as it is characterised by a circular structure topped by a lantern dome, with various single holes and with an attractive lawn in front. Inside it also very charming, characterised by bare walls with bricks, a circular nave with one chapel, and by the sixteen columns which support the central drum. The large buttresses distributed circularly break up the ceiling aesthetic with beams and contribute to the visual effect.

Descrição
The Chiesa di San Michele Arcangelo church was built between the 5th and 7th centuries. It was the first religious building to be constructed in Perugia as well as being one of the first Paleo-Christian churches in Italy.

Its current appearance, enclosed within the city wall, does not allow us to see the significance which the temple had for centuries. Placed on a hill, out of the city, it was the only building where one could practise one's Christian faith in a city which was still dominated by a Pagan culture.

Comparable to the Roman churches of Santa Costanza and Santo Stefano Rotondo, it has a circular plan.

Inside, the central area is separated from the ambulatory by sixteen differently sized salvaged Corinthian columns which hold up the drum. A series of windows, three by three, open up in the direction of the four cardinal points.

The broach roof is braced with ribs supported by corbels, which, like the door, are from the Gothic era.

Walking around the ambulatory, you can see the small baptistery with votive frescoes from the 15 th century, the Crucifix chapel and the chapel of the Angel, whereas the fourth chapel was lost when opening the portal.
The altar, at the centre of the church, is composed of an ancient marble slab on a half column.

Interesting facts
Unlike what one may think, the building does not derive from the transformation of an ancient Pagan temple.

In reality, Christians never used temples of ancient worship because they were the direct expression of Pagan religions and also because their dimensions were too small to perform masses or welcome the believers inside.

In reality when the worship of numerous gods declined, temples erected to secondary gods were given by magistrates to the Christian community for any use they wished to make of them which was almost always to demolish them for use in the construction of a church elsewhere. For this reason the columns inside the building and other elements are borrowed and probably come from the Temple of Vulcan and from an existing temple dedicated to Flora on the Civitella d'Arna hillside.

Information and useful advice

The historical centre of Perugia is easy to get to by leaving your car in one of the car parks which surround the historical centre, i.e. Briglie di Braccio, Pellini, the car park on piazza Partigiani and that of Sant'Antonio. From here you can ether walk up corso Vannucci or use the APM service.

From Pellini car park and Piazza Partigiani car park, you can use the escalator whereas Briglie car park has a lift.

The MiniMetro people mover system of Perugia, implemented early 2008, makes travelling easier, improving connecting links between the centre and the suburbs.

Once you get to the centre, you can find the Chiesa di San Michele Arcangelo by walking along Corso Garibaldi or by leaving your car near the tower which hosts the Museo delle Porte e delle Mura urbiche, [the Museum of City Gates and Walls].


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LA MOSTRA

Il percorso espositivo coniuga la dimensione immersiva ed emozionale al rigore dell’interpretazione storico-critica, snodandosi attraverso un’ampia selezione di opere i lavori più rappresentativi sono accostati ad altri meno noti e inediti, facendo emergere in una molteplicità di risonanze la sensibilità ambientale, e ambientalista, che sempre sottende alla produzione dell’artista.

L’allestimento comincia già all’esterno, con la suggestiva installazione delle guglie in ferro, concepite da Sciola come omaggio a Antoni Gaudí e alla sua tensione verso l’infinito, per proseguire in maniera organica negli spazi del Castello di San Michele, instaurando un dialogo rispettoso e armonico con le preesistenze storiche del monumento. Varcata la soglia di una seconda installazione – ancora un omaggio, questa volta a Grazia Deledda e alle sue Canne al vento, metafora dell’esistenza umana – i Semi in basalto attraggono definitivamente il visitatore nell’esperienza diretta e profonda dell’arte di Sciola: perfetta sintesi della sua idea di scultura, rappresentano la pietra che feconda la terra, origine della vita e della creatività. Perché «la pietra è natura. E la natura è madre». Dai Semi – impossibile non ricordarli adagiati sul sagrato della Basilica Inferiore di Assisi nel 2008 – germogliano le altre pietre, che prendono forma di Spighe e di Foglie, come quelle allestite nel 2004 al Jardin du Luxembourg di Parigi per il poeta Jacques Prévert.

In un crescendo di intensità e raffinatezza esecutiva, dalle Pietre nude che l’artista ha lasciato pressoché intatte rispetto alla loro conformazione originaria – con un atteggiamento di assoluta essenzialità che richiama Constantin Brancusi – si giunge progressivamente alle Pietre sonore, in basalto o calcare, espressione più nota dell’arte di Sciola, nate dall’intuizione di rendere eloquente e viva quella che per tradizione viene indicata come “pietra muta”. La pietra, invece, racchiude il canto del fuoco e dell’acqua, la magia dei cieli stellati, l’energia dell’universo. È madre, ma anche sorella, in accezione francescana, e arriva a coincidere con un profondo sentimento del sacro: a chiudere il percorso, al piano terra, la pietra suonata dallo scultore – appena qualche settimana prima della sua scomparsa – in San Pietro Vincoli, a Roma, davanti al Mosè di Michelangelo.

Al piano superiore del Castello la mostra assume un andamento nuovo, funzionale ad approfondire il modo in cui le opere di Sciola interpretano e abitano il paesaggio, non solo naturale ma anche urbano. Le Vele, così come le piccole figure in terracotta dei Bagnanti rivelano attenzione, interesse e amore per una Sardegna fatta di pietra, di terra e di mare insieme, sulla linea di un orizzonte che dall’Isola non cessa mai di guardare verso l’altrove, e verso l’altro. Un’intera sezione, infine, è rivolta ad analizzare l’aspetto più propriamente “costruttivo” insito nell’arte scioliana, in virtù del quale la scultura diventa essa stessa paesaggio, architettura, città.

Particolarmente rilevante la presenza di un ricco corpus di oltre cento disegni, fotografie e scritti relativi alla progettazione di installazioni scultoree negli spazi pubblici della città di Cagliari, materiali molti dei quali vengono presentati qui per la prima volta. La loro esposizione costituisce l’anteprima di un più ampio progetto itinerante che vedrà presto la luce, denominato “I luoghi di Sciola”, ideato e coordinato da Maria Sciola. In una serrata e affascinante unità di pensiero, la natura, la scultura e la città appaiono dunque strettamente connesse tra loro: a partire dal legame privilegiato durato tutta una vita con il suo paese natale, San Sperate, Sciola estende a differenti contesti una concezione etica ed estetica del fare artistico, in cui i valori ambientali e ambientalisti si saldano alle istanze sociali. Accade, così, che la natura diventi comunità.

SERVIZI EDUCATIVI

Madre Pietra è una mostra dalla forte valenza educativa e sarà arricchita da attività didattiche dedicate ai gruppi e al pubblico libero di tutte le età, in un’area appositamente allestita all’interno dello spazio espositivo del Castello di San Michele. Le attività proposte, frutto della collaborazione tra Camù e Orientare, hanno l’obiettivo di avvicinare il pubblico alla poetica di Sciola in modo inclusivo e partecipativo.

Un laboratorio per tutti. Dopo la visita alla mostra il pubblico sarà invitato a scomporre e ricomporre il dipinto Muro di Pietre di Pinuccio Sciola, partecipando alla creazione di un’opera collettiva che sarà realizzata nella grande parete dell’area dedicata ai laboratori. Un omaggio all’arte dei murales con la quale Sciola diede vita al suo paese museo.

Laboratori per i gruppi. I gruppi di visitatori potranno prenotare l’attività Bagnanti di terracotta. L’area laboratori si trasformerà in uno studio d’artista in cui poter plasmare l’argilla ispirandoci ad alcune delle opere meno conosciute del maestro di San Sperate. Per i più piccoli sarà prenotabile l’attività Giardino di foglie. I bambini avranno a disposizione un pennello e della tempera nera con i quali poter “stampare” su sassi e pietre le venature di foglie di vario tipo e dimensione.

Una fiaba d’artista. A mostra in corso, nell’area laboratori sarà allestito uno spazio video in cui bambini e adulti potranno vedere e ascoltare la fiaba “Il Maestro Pinuccio Sciola”. Arricchito da illustrazioni, il racconto permetterà di immergersi nella poetica di Sciola e di scoprire il suo magico rapporto con la madre pietra.

Una visita multisensoriale e inclusiva. Il pubblico potrà prenotare la visita guidata multisensoriale alla mostra. Un’esperienza interattiva e stimolante, adatta a tutti, che coinvolgerà più sensi utilizzati con consapevolezza in una profonda correlazione tra coinvolgimento sensoriale, apprendimento ed emozioni.

L’offerta didattica sarà arricchita da ulteriori eventi che andranno ad approfondire in chiave artistica gli argomenti e le tematiche della mostra.


Anche Cagliari sorge su sette colli. Sopra quello di san Michele pare che i romani avessero eretto un tempio al dio Esculapio. In età bizantina il culto pagano per il protettore della medicina fu sostituito da quello cristiano per san Michele. Perciò non è una caso che in cima al colle, al termine di una serie di tornanti tra bianche rocce tufacee e il verde di agavi ed essenze mediterranee, sorgessero un monastero e poi una chiesa, entrambi intitolati all’arcangelo. Oggi lassù svetta, in ottime condizioni, un castello medioevale, che domina la città, contornato da un parco. Un tempo era isolato, oggi è parte del quartiere di is Mirrionis. Dalla vetta lo sguardo si allarga a 360 gradi su tutto il capoluogo: le fortificazioni del quartiere Castello, il porto, il Poetto, la Sella del Diavolo, la laguna di Santa Gilla. Scorgerai il maniero, da sempre sentinella della via d’accesso al Campidano, da ogni punto di città e dintorni, anche a chilometri di distanza.

La sua struttura quadrangolare, realizzata in calcare delle cave di Bonaria, presenta tre grosse torri angolari, due più antiche, a nord-est e sud-est, costruite con conci perfettamente squadrati, quella di sud-ovest eretta successivamente con tecnica più grossolana, più alta e senza base ‘a scarpa’ come le altre due. Sono raccordate da cortine murarie, in quella occidentale osserverai le tracce della facciata romanica dell’oratorio di san Michele arcangelo (XII-XIII secolo) e noterai due ingressi affiancati, indizio di un edificio a due navate divenuto cappella del castello, dopo esserne stato inglobato. Attorno un largo e profondo fossato, oggi come allora superabile con un ponte, forse risalente agli interventi piemontesi del XVIII secolo, che trasformarono l’antico maniero in moderno forte.

Le origini sono controverse. Una suggestiva ipotesi pone la nascita tra fine età bizantina e inizio di quella giudicale (X secolo): una sola torre a difesa dell’allora capitale Santa Igia. Poi la struttura sarebbe stata completata sotto i pisani. Più ragionevolmente la fondazione è da collocare nel XII secolo, poi fu potenziato nel XIII con le due torri orientali. La terza torre e altre aggiunte sarebbero aragonesi, a partire dal 1325, quando Berengario Carroz, longa manus dell’imperatore Alfonso, ricevette il colle di san Michele in feudo. In pochi anni lo trasformò in fortezza e in lussuosa dimora, addobbata di oggetti preziosi (forse) depredati dalla basilica di san Saturno. Era una sorta di don Rodrigo manzoniano, forte del protettorato degli imperatori, ospitò malviventi e fuorilegge in cerca di asilo. Per tutto il XIV secolo il castello di Bonvehì – così rinominato all’epoca per la splendida vista – ottenne benefici dai vari sovrani. Fu caposaldo aragonese e rifugio per ‘bravi’ che volessero affrancarsi dalla giustizia dietro il pegno di fedeltà al feudatario. Le Autorità cagliaritane contestarono l'operato e l'abuso dei privilegi concessi dalla Corona. La questione si risolse con la concessione dell’estradizione a chi avesse goduto del protettorato dei Carroz. Alla nobile famiglia spagnola le vicende di Bonvehì rimasero legate sino al 1511: un secolo e mezzo di splendore.

Le caratteristiche architettoniche testimoniano l’evoluzione da ruolo militare a lussuosa residenza, specie nel XV secolo sotto il conte Giacomo Carroz. L’ultima esponente della famiglia a vivere come castellana fu la contessa Violante, maledetta dal clero per l’assassinio di un sacerdote. In suo onore il castello fu detto ‘della contessa’, pare che il suo fantasma vi si aggiri ancora. Oltre agli spettri, non mancano anche cunicoli sotterranei custodi di ricchezze: è attestato un procedimento accusatorio (XVIII secolo) a carico di un sacerdote reo di aver cercato un tesoro nascosto nel castello con riti vietati, come l'invocazione del demonio e la recitazione di formule magiche. Finita l’era dei Carroz, il castello per oltre un secolo fu abbandonato, poi adibito a lazzaretto durante la ‘peste di sant’Efisio’ (1652-56). Riprese funzioni militari a fine XVIII secolo: nel 1793 l’ultimo momento di gloria, dotato di cannoni, difese la città dall’invasione delle milizie napoleoniche. Nel 1867 fu venduto al marchese Roberti di san Tommaso, che lo fece restaurare da Dionigi Scano e iniziò il rimboschimento del colle con pini d’Aleppo. Dal 1929 al 1972 fu stazione radio-telegrafica della Marina militare. Gli interventi di restauro e valorizzazione di fine XX secolo hanno trasformato la fortezza in un moderno centro d’arte e cultura e il colle in un bellissimo parco.


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Assista o vídeo: Welcome to Castello di San Michele


Comentários:

  1. Tell

    it can be said, this exception :) rules

  2. Kratos

    Escreva para mim em PM, fale.

  3. Declan

    Horror !!!

  4. Stanwode

    Na minha opinião, você está errado. Eu posso defender minha posição. Envie -me um email para PM, vamos conversar.



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