8 principais desenvolvimentos sob a rainha Vitória

8 principais desenvolvimentos sob a rainha Vitória


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A inauguração da grande exposição (1851) de David Roberts. Crédito da imagem: Royal Collection / CC.

A idade vitoriana é medida pela vida e reinado da Rainha Vitória, que nasceu em 24 de maio de 1819 e supervisionaria um período de magnificência e cor sem paralelo na história britânica, guiada pelo bom senso (na maioria das vezes) e estabilidade dela regra. Sua morte em 1901 inaugurou um novo século e uma era mais sombria e incerta. Então, quais foram alguns dos principais desenvolvimentos no país e no exterior durante este reinado?

1. Abolição da escravidão

Embora tecnicamente a escravidão tenha sido abolida antes do reinado de Victoria, o fim dos 'aprendizados' e o início da verdadeira emancipação só entraram em vigor em 1838. Atos subsequentes aprovados em 1843 e 1873 continuaram a proibir as práticas associadas à escravidão, embora a Lei de Compensação de Escravos garantisse que os proprietários de escravos continuaram lucrando com a escravidão. A dívida só foi quitada pelo governo em 2015.

2. Urbanização em massa

A população do Reino Unido cresceu mais do que o dobro durante o reinado de Victoria, e a sociedade foi transformada pela Revolução Industrial. A economia passou de uma economia essencialmente rural e agrícola para uma urbana industrializada. As condições de trabalho eram ruins, os salários baixos e as horas longas: a pobreza urbana e a poluição provaram ser uma das maiores pragas da época.

No entanto, os centros urbanos provaram ser uma perspectiva atraente para muitas pessoas: eles rapidamente se tornaram centros para um novo pensamento político radical, a disseminação de ideias e centros sociais.

3. Elevação dos padrões de vida

No final do reinado de Victoria, a legislação estava entrando em vigor para melhorar as condições de vida dos mais pobres da sociedade. A Lei da Fábrica de 1878 proibia o trabalho antes dos 10 anos e aplicava-se a todas as profissões, enquanto a Lei da Educação de 1880 introduzia a escolaridade obrigatória até os 10 anos.

Relatórios sobre a extensão total da pobreza, bem como uma maior compreensão de suas causas, também foram publicados no final do século 19, incluindo a investigação de Seebohm Rowntree sobre a pobreza em York e a ‘linha de pobreza’ de Charles Booth em Londres.

A Guerra dos Bôeres (1899-1902) destacou ainda mais as questões de baixos padrões de vida, já que um grande número de jovens que se alistaram não passaram nas inspeções médicas básicas. O partido liberal de David Lloyd George obteve uma vitória esmagadora em 1906, prometendo

4. O Império Britânico atingiu o seu apogeu

Notoriamente, o sol nunca se pôs no Império Britânico sob Victoria: a Grã-Bretanha governava cerca de 400 milhões de pessoas, quase 25% da população mundial na época. A Índia tornou-se um ativo particularmente importante (e financeiramente lucrativo) e, pela primeira vez, o monarca britânico foi coroado imperatriz da Índia.

A expansão britânica na África também decolou: a era da exploração, colonização e conquista estava com força total. A década de 1880 viu a ‘Scramble for Africa’: as potências europeias dividiram o continente usando linhas arbitrárias e artificiais para permitir interesses concorrentes e coloniais.

As colônias brancas também ganharam mais autodeterminação, com Canadá, Austrália e Nova Zelândia recebendo status de domínio no final do século 19, o que efetivamente lhes permitiu algum nível de autodeterminação.

5. Medicina moderna

Com a urbanização, vieram as doenças: aposentos apertados viram as doenças se espalharem como um incêndio. No início do reinado de Victoria, a medicina permaneceu um tanto rudimentar: os ricos muitas vezes não estavam em melhor situação nas mãos dos médicos do que os pobres. A Lei de Saúde Pública (1848) estabeleceu um conselho central de saúde, e outros avanços na década de 1850 estabeleceram a água suja como causa da cólera, bem como o uso de ácido carbólico como anti-séptico.

A própria Victoria usou clorofórmio como meio de alívio da dor durante o nascimento de seu sexto filho. Os avanços na medicina e na cirurgia foram extremamente benéficos em todos os níveis da sociedade, e a expectativa de vida aumentou no final de seu reinado.

A Dra. Emma Liggins é uma especialista em literatura gótica vitoriana. Ela se juntou a Dan no casulo para examinar como grandes escritoras do século 19 - como Elizabeth Gaskell e os Brontes - responderam ao impacto de doenças fatais em suas vidas domésticas.

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6. Estendendo a franquia

Embora o sufrágio estivesse longe de ser universal no início do século 20, mais de 60% dos homens tinham o direito de votar, em oposição a 20%, que era o caso quando Victoria se tornou rainha em 1837. A lei do voto de 1872 permitia a eleição parlamentar as cédulas eram secretas, o que reduzia enormemente as influências externas ou pressões que afetavam os hábitos de voto.

Ao contrário de muitas outras contrapartes europeias, a Grã-Bretanha conseguiu estender a franquia gradualmente e sem revolução: ela permaneceu politicamente estável ao longo do século 20 como resultado.

7. Redefinindo o monarca

A imagem da monarquia ficou gravemente manchada quando Victoria herdou o trono. Conhecida pela extravagância, moral frouxa e brigas internas, a família real precisava mudar sua imagem. Victoria, de 18 anos, provou ser uma lufada de ar fresco: 400.000 pessoas se enfileiraram nas ruas de Londres no dia de sua coroação na esperança de ter um vislumbre da nova rainha.

Victoria e seu marido Albert criaram uma monarquia muito mais visível, tornando-se patrocinadores de dezenas de instituições de caridade e sociedades, posando para fotos, visitando vilas e cidades e apresentando eles próprios prêmios. Eles cultivaram a imagem de uma família feliz e bem-aventurança doméstica: o casal parecia estar muito apaixonado e teve nove filhos. O longo período de luto de Victoria após a morte de Albert tornou-se uma fonte de frustração para o dinheiro, mas atestou sua devoção ao marido.

8. Tempo de lazer e cultura popular

O tempo de lazer não existia para a grande maioria da população antes da urbanização: o trabalho agrícola era fisicamente exigente e as terras escassamente povoadas deixavam pouco para se divertir fora do horário de trabalho (presumindo, é claro, que houvesse luz suficiente para isso). O surgimento de novas tecnologias como lâmpadas a óleo e gás, combinado com salários mais altos, limites de jornada de trabalho e grande número de pessoas próximas, alimentou um aumento nas atividades de lazer.

Museus, exposições, zoológicos, teatros, passeios à beira-mar e jogos de futebol se tornaram maneiras populares de aproveitar o tempo de lazer para muitos, e não apenas para as elites. Uma população cada vez mais alfabetizada viu um boom na produção de jornais e livros, e economias totalmente novas, como as de lojas de departamentos, bem como livros baratos, teatros e lojas, começaram a surgir: algumas provaram, como a Grande Exposição de 1851, provaram que Por ser uma excelente oportunidade política e de propaganda, os museus revelaram-se uma oportunidade para iluminar e educar as massas, enquanto os "penny dreads" tornaram-se populares (e lucrativos) entre as massas.

Um estudo recente publicado na revista científica Nature rastreou o tom emocional de livros e jornais nos últimos 200 anos e sugeriu que os britânicos eram mais felizes no século XIX. Conseguimos Hannah Woods pronto para nos falar sobre a realidade da vida no século XIX.

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Victoria

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Victoria, na íntegra Alexandrina Victoria, (nascido em 24 de maio de 1819, Kensington Palace, Londres, Inglaterra - morreu em 22 de janeiro de 1901, Osborne, perto de Cowes, Ilha de Wight), rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda (1837-1901) e imperatriz da Índia (1876–1901). Ela foi a última da casa de Hanover e deu seu nome a uma época, a Era Vitoriana. Durante seu reinado, a monarquia britânica assumiu seu caráter cerimonial moderno. Ela e seu marido, o príncipe consorte Albert de Saxe-Coburg-Gotha, tiveram nove filhos, de cujos casamentos descendiam muitas das famílias reais da Europa.

Por que Victoria é famosa?

Victoria foi rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda (1837–1901) e imperatriz da Índia (1876–1901). Seu reinado foi um dos mais longos da história britânica, e a Era Vitoriana foi batizada em sua homenagem.

Como foi a infância de Victoria?

O pai de Victoria morreu quando ela era bebê. Ela foi criada por sua mãe no Palácio de Kensington e teve uma infância solitária até se tornar rainha aos 18 anos.

Quando Victoria se casou?

Victoria se casou com seu primo Albert, príncipe de Saxe-Coburg-Gotha, em 10 de fevereiro de 1840.

Quais eram os nomes dos filhos de Victoria?

Victoria teve nove filhos: Victoria (1840–1901), a princesa real Albert Edward (1841–1910), que se tornou o Rei Edward VII Alice (1843–78) Alfred (1844–1900) Helena (1846–1923) Louise (1848– 1939) Arthur (1850–1942) Leopold (1853–84) e Beatrice (1857–1944). Por meio de seus casamentos, muitas das famílias reais da Europa descendiam de Victoria.

Victoria aprendeu pela primeira vez sobre seu futuro papel como uma jovem princesa durante uma aula de história, quando tinha 10 anos. Quase quatro décadas depois, a governanta de Victoria lembrou que a futura rainha reagiu à descoberta declarando: "Eu serei boa." Essa combinação de seriedade e egoísmo marcou Victoria como uma criança da idade que leva seu nome. A rainha, no entanto, rejeitou importantes valores e desenvolvimentos vitorianos. Embora odiasse gravidez e parto, detestasse bebês e se sentisse desconfortável na presença de crianças, Vitória reinava em uma sociedade que idealizava a maternidade e a família. Ela não tinha interesse em questões sociais, mas o século 19 na Grã-Bretanha foi uma época de reformas. Ela resistiu à mudança tecnológica, mesmo enquanto as inovações mecânicas e tecnológicas remodelavam a face da civilização europeia.

Mais significativamente, Victoria era uma rainha determinada a reter o poder político, mas involuntariamente e sem querer ela presidiu a transformação do papel político do soberano em um cerimonial e, assim, preservou a monarquia britânica. Quando Vitória se tornou rainha, o papel político da coroa não estava claro, nem a permanência do trono em si. Quando ela morreu e seu filho Edward VII se mudou da Casa de Marlborough para o Palácio de Buckingham, a mudança foi mais de enfoque social do que político - não havia dúvidas sobre a continuação da monarquia. Essa foi a medida de seu reinado.


Grandes pioneiros

Isambard Kingdom Brunel © O projetista da Great Western foi o jovem e brilhante engenheiro da Great Western Railway, Isambard Kingdom Brunel, que persuadiu seus diretores de que uma linha de navegação transatlântica era a maneira natural de expandir os serviços oferecidos por sua ferrovia. A resposta de Brunel ao desafio apresentado por seus rivais foi projetar um navio maior e melhor. Em julho de 1839, a quilha foi colocada em Bristol para um novo supernavio de ferro de 3.270 toneladas. Projetado para velocidade e conforto, este seria o navio a vapor mais revolucionário do início do período vitoriano. Equipado com cabines e salões de estado para 360 passageiros e o maior e mais luxuoso salão de jantar à tona, e o primeiro grande navio a ser movido a parafuso, a Grã-Bretanha estabeleceu o padrão para grandes transatlânticos por muitas décadas. Em 1853, a Grã-Bretanha, reformada para acomodar até 630 passageiros, operava um serviço eficiente de Londres para Austrália e continuou a fazê-lo por quase vinte anos.

O sucesso da Grã-Bretanha encorajou Brunel e seus patrocinadores a criar mais um navio. Em 1854, os trabalhos começaram em Millwallon the Thames, no leste de Londres, na construção do Great Eastern. Projetado para transportar 4.000 passageiros e carvão suficiente para navegar até a Austrália sem reabastecimento no caminho, o navio tinha 693 pés de comprimento, 120 pés de largura e pesava mais de 18.900 toneladas. Nada nessa escala já havia sido considerado antes, e quando ela finalmente se separou em 1888, o Great Eastern ainda era o maior navio do mundo. Os recordes de escala estabelecidos pelo Great Eastern só foram finalmente quebrados pelos super-navios da era eduardiana, o Lusitania de 1907, o Titanic de 1912 e o Imperator de 1913. Na viagem inaugural do Great Eastern em junho de 1860, o navio transportou apenas 38 passageiros pagantes.

Escala e virtuosismo técnico não eram suficientes e os navios menores, mais simples e mais rápidos de Samuel Cunard capturaram o tráfego.

Isso se tornou um padrão e o navio nunca navegou com todos os berços ocupados. Escala e virtuosismo técnico não eram suficientes e os navios menores, mais simples e mais rápidos de Samuel Cunard capturaram o tráfego. Cada vez mais um elefante branco, o Great Eastern saiu do serviço de passageiros em 1863 e foi fretado pela Telegraph Construction and Maintenance Company para instalar cabos telegráficos através do Atlântico e da Índia para Aden, uma tarefa para a qual seu enorme tamanho e motores potentes o fizeram eminentemente adequado.

Desde cedo, o governo britânico percebeu que o sucesso da operação e manutenção de um império comercial em expansão dependia de serviços de navio a vapor rápidos, regulares e confiáveis, apoiados por carvão e estações de abastecimento espalhadas por todo o mundo. A principal função da Marinha Real na Grã-Bretanha vitoriana era a proteção dessas rotas comerciais e suas bases de abastecimento. Como resultado, o governo patrocinou o desenvolvimento e a manutenção das rotas e, cada vez mais, os custos de construção dos navios. Em 1840, a Peninsular Company tornou-se Peninsular and Oriental Steam Navigation Company, com contratos governamentais para operar serviços para o Egito, África do Sul, Índia, Hong Kong, Japão, Cingapura, Austrália e Nova Zelândia. No processo, como o nome Cunard estava se tornando sinônimo de Atlântico, a P & ampO desenvolveu sua associação de longo prazo com rotas a leste de Suez.


4. A Rainha Vitória foi a primeira portadora conhecida de hemofilia, uma doença que se tornaria conhecida como a doença & # x201CRoyal. & # X201D

A hemofilia, um distúrbio da coagulação sanguínea causado por uma mutação no cromossomo X, pode ser transmitida ao longo da linha materna dentro das famílias que os homens têm maior probabilidade de desenvolvê-la, enquanto as mulheres geralmente são portadoras. Os que sofrem podem sangrar excessivamente, pois o sangue não coagula adequadamente, causando dor extrema e até a morte. O filho de Victoria & # x2019s Leopold, duque de Albany, morreu de perda de sangue depois que escorregou e caiu seu neto Friedrich sangrou até a morte aos 2 anos, enquanto dois outros netos, Leopold e Maurice, morreram de aflição em seus 30 anos. Como os descendentes de Victoria se casaram em famílias reais em toda a Europa, a doença se espalhou da Grã-Bretanha para a nobreza da Alemanha, Rússia e Espanha. Uma pesquisa recente envolvendo a análise de DNA dos ossos da última família real russa, os Romanov (que foram executados em 1918 após a Revolução Bolchevique), revelou que os descendentes de Victoria sofriam de um subtipo da doença, hemofilia B, que é muito menos comum do que a hemofilia A e agora parece estar extinta nas linhas reais europeias.


Queen Victoria Timeline

1819 - Victoria, filha de Edward, Duque de Kent e Victoria de Saxe-Coburg-Saalfield, nasceu no Palácio de Kensington em 24 de maio.


1837 - Em 20 de junho, Victoria, aos 18 anos, torna-se Rainha da Inglaterra, sucedendo seu tio William IV.


1837 - O Príncipe Albert escreve uma carta para sua prima, a Rainha da Inglaterra.


1838 - Victoria é coroada na Abadia de Westminster em 28 de junho.


1840 - Casamento da Rainha Vitória com o Príncipe Albert em 10 de fevereiro.


1840 - Nasce a princesa Victoria - primeiro filho.


1841 - Nasce o príncipe Albert Edward Wettin - segundo filho e futuro rei da Inglaterra.


1842 - Tentativa de assassinato da Rainha Vitória.


1843 - Nasce a princesa Alice Maude Mary - terceiro filho.


1844 - Nasce o príncipe Alfred Ernest Albert - quarto filho.


1846 - Nasce a Princesa Helena Augusta Victoria - quinto filho.


1848 - Nasce a princesa Louise Caroline Alberta - sexto filho.


1850 - Nasce o Príncipe Arthur William Patrick - sétimo filho.


1851 - Grande exposição é inaugurada no Crystal Palace no Hyde Park.


1853 - Nasce o príncipe Leopold George Duncan - oitavo filho.

1857 - Nasce a princesa Beatrice Mary Victoria - nono filho.


1857 - O Parlamento dá a Albert o título de Príncipe Consorte.


1861 - O príncipe Albert morre de febre tifóide aos 42 anos.


1863 - Eduardo, Príncipe de Gales, casa-se com Alexandra da Dinamarca.


1877 - Victoria se torna a imperatriz da Índia.


1887 - A Rainha Vitória celebra seu Jubileu de Ouro, 40º aniversário de sua ascensão ao trono.


1897 - A Rainha Vitória celebra seu Jubileu de Diamante, 50º aniversário de sua ascensão ao trono.

1901 - A morte da Rainha Victoria em Osborne House, Ilha de Wight em 22 de janeiro. Ela tinha 81 anos.


O que a Rainha Vitória fez de importante?

A rainha Vitória estabeleceu o papel moderno de um monarca em uma monarquia constitucional e exerceu sua influência para promover a expansão e reformas do Império Britânico em benefício dos pobres, de acordo com o site da Monarquia Britânica. Durante seu reinado de 67 anos na Grã-Bretanha, o Império passou por imensas mudanças sociais, políticas e industriais. Sua longevidade, combinada com sua graça e natureza reclusa, a levaram a se tornar um ícone nacional de rigidez moral.

A Rainha Vitória governou durante uma época em que o monarca britânico detinha pouco poder político real. No entanto, ela usou seu título e personalidade para influenciar os assuntos públicos como quis. Os efeitos de sua politicagem nos bastidores eram observáveis ​​na política externa. Victoria pressionou com sucesso seus ministros para evitar envolver a nação na Guerra Prússia-Áustria-Dinamarca, salvando assim a Grã-Bretanha dos custos de um engajamento militar massivo. De acordo com o site oficial da Monarquia Britânica, Victoria evitou uma guerra franco-alemã em 1875 ao escrever uma carta persuasiva ao imperador da Alemanha, cujo filho havia se casado com sua filha.

Por meio de um relacionamento pessoal com o primeiro-ministro Benjamin Disraeli, a rainha Victoria indiretamente moldou a política externa que fez da Grã-Bretanha um império mundial. Durante seu reinado, a Coroa assumiu o governo da Índia da Companhia das Índias Orientais, o Ato dos Títulos Reais tornado Victoria Imperatriz da Índia.

Victoria também apoiou uma série de atos que democratizaram o país, incluindo o estabelecimento do voto secreto, a flexibilização dos requisitos de votação e a promulgação de aumentos salariais para a classe trabalhadora.


Seu guia para a Rainha Vitória e uma linha do tempo da vida dela - além de 16 fatos fascinantes

Um dos monarcas mais icônicos da história, a Rainha Vitória (1819-1901) governou por mais de 60 anos. Ela foi a imperatriz do maior império do mundo, e seu nome denota uma era inteira da história britânica. Aqui, trazemos para você um guia da vida dela, além de 16 fatos ...

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Publicado: 6 de janeiro de 2021 às 15:20

Na época de seu nascimento, Victoria nunca foi considerada rainha. No entanto, após a morte de seu tio, o rei William IV, ela o sucedeu aos 18 anos. Ela é lembrada por seu reinado que durou mais de seis décadas, supervisionando a expansão do império britânico por quase 64 anos. Aqui estão os fatos que você precisa saber sobre a pequena monarca - de seu famoso amor e luto por seu marido, o príncipe Albert de Saxe-Coburg, aos muitos atentados contra sua vida ...

Rainha Vitória: uma biografia

Nascer: 24 de maio de 1819 no Palácio de Kensington, Londres (nascida Alexandrina Victoria) | Leia mais sobre a infância dela

Faleceu: 22 de janeiro de 1901, 81 anos | Leia mais sobre seus últimos dias e morte

Precedido por: Rei William IV, seu tio | Leia mais sobre sua sucessão incomum

Reinou: 1837–1901

Pais: Eduardo (quarto filho do rei George III) e Victoria, o duque e duquesa de Kent

Cônjuge: Príncipe Albert de Saxe-Coburg-Gotha | Leia mais sobre o relacionamento deles

Crianças: A Rainha Vitória e o Príncipe Alberto tiveram nove filhos, cinco filhas e quatro filhos. A mais velha era a Princesa Vitória (b1840) e a mais nova era a Princesa Beatriz (b1857) | Leia mais sobre os filhos de Victoria

Causa da morte: Victoria morreu em Osborne House, na Ilha de Wight, aos 81 anos, após sofrer uma série de derrames

Sucedido por: Seu filho mais velho, Edward VII (nascido Albert Edward) (1841–1910)

Victoria nasceu em quinto lugar na linha de sucessão ao trono

“Roliço como uma perdiz… mais um bolso Hércules do que um bolso Vênus”, é como o duque de Kent descreveu sua filha recém-nascida, Princesa Victoria, quando ela nasceu em 24 de maio de 1819 no Palácio de Kensington.

No entanto, embora ela tenha se tornado uma das monarcas mais icônicas da Grã-Bretanha, o nascimento de Victoria não foi o prenúncio de uma celebração nacional. Como filha do quarto filho do rei George III, na época de seu nascimento Victoria era apenas o quinto na linha de sucessão ao trono. Esperava-se que fosse apenas outro parente real menor que acabaria casado com uma família real europeia, a chegada de Victoria escapou um pouco do radar. Poucos poderiam ter previsto que ela ocuparia o trono por mais de 60 anos. No momento em que Victoria chegou à adolescência, no entanto, a morte de seu pai, seus irmãos e quaisquer outros herdeiros legítimos deixaram a jovem princesa como a herdeira sobrevivente mais próxima do Rei William IV.

Em 24 de junho de 1819, a princesa foi batizada em uma cerimônia discreta. Frustrado por sua própria incapacidade de produzir um herdeiro sobrevivente, o tio de Victoria, o Príncipe Regente, permitiu que apenas um punhado de pessoas comparecesse. Também sob a direção de seu tio, ela recebeu o nome de ‘Alexandrina Victoria’. Na época, Victoria estava longe de ser um nome real - era altamente incomum e de origem francesa. Quando ficou claro que Victoria iria de fato subir ao trono, seu nome foi considerado totalmente impróprio para uma rainha da Inglaterra. Ela foi aconselhada a mudar para algo mais tradicional, mas recusou.

Rainha Vitória teve uma infância infeliz

Victoria passou seus anos de formação no Palácio de Kensington. No entanto, em muitos aspectos, o palácio foi uma prisão para a princesa, e sua infância não foi nada animadora.

Após a morte de seu pai por pneumonia quando ela tinha apenas oito meses de idade, o início da vida de Victoria foi dominado por sua mãe, a Duquesa de Kent, e seu ambicioso conselheiro Sir John Conroy. Ansioso por se estabelecer como o poder por trás do trono no caso de uma Regência (na qual a mãe de Victoria governaria com ela se ela cedesse enquanto ainda era menor), Conroy procurou manter o controle rígido da princesa. Ele e a duquesa tinham uma relação hostil com o tio de Victoria, o rei William, e consequentemente mantiveram Victoria isolada da corte real, até mesmo impedindo-a de comparecer à coroação de seu tio.

A dupla impôs um código de disciplina sufocante à jovem Victoria, que veio a ser conhecido como ‘Sistema Kensington’. Junto com um rígido cronograma de aulas para melhorar seu rigor moral e intelectual, esse regime sufocante ditava que a princesa quase não passava tempo com outras crianças e estava sob constante supervisão de um adulto. Até o momento em que se tornou rainha, Victoria foi forçada a dividir o quarto com sua mãe. Ela estava proibida de ficar sozinha, ou mesmo de descer escadas sem que alguém segurasse sua mão.

Mais tarde, Victoria refletiu que “levou uma vida muito infeliz quando criança ... e não sabia o que era uma vida doméstica feliz”. Ela manteve um ódio profundo de John Conroy por manipular sua mãe e impor-lhe regras tão rígidas, mais tarde descrevendo-o como “a encarnação do demônio”.

Victoria tinha apenas 18 anos quando se tornou rainha

“Fui para a minha sala (só de roupão) sozinha e os vi. Lorde Conyngham então me informou que meu pobre tio, o Rei, não existia mais, e havia falecido às duas e doze minutos desta manhã e, conseqüentemente, que eu era a rainha. ”

Foi assim que Victoria se lembrou do momento que mudaria sua vida para sempre. Às 6h da manhã de 20 de junho de 1837, a jovem princesa foi acordada de sua cama para ser informada de que seu tio, o rei Guilherme IV, havia morrido durante a noite. Isso significava que Victoria, que tinha apenas 18 anos na época, era agora rainha da Inglaterra.

Embora tenha sido um choque, Victoria recebeu a notícia de forma extremamente estoica. Apesar da pouca idade, ela permaneceu calma e não precisou dos sais aromáticos que sua governanta preparou para ela. Em sua primeira reunião com seu conselho privado apenas algumas horas depois, os novos ministros de Victoria elevaram-se sobre ela - com apenas 4 pés 11, ela teve que se sentar em uma plataforma elevada para ser vista. O que Victoria faltava em altura, entretanto, ela compensava com determinação e rapidamente causou uma impressão favorável.

Victoria completou 18 anos menos de um mês antes de ascender ao trono. Este foi um marco crucial, pois significava que ela era capaz de governar por conta própria, em vez de ao lado de sua mãe em uma regência. Ela começou sua nova vida mudando-se de sua casa de infância em Kensington para o Palácio de Buckingham, em parte para escapar da influência controladora de Conroy e de sua mãe. Seu relacionamento com a mãe permaneceu tenso e distante por muitos anos e ela limitou a influência de Conroy na corte. Apenas dois anos depois de Victoria assumir o trono, ele renunciou ao cargo e partiu para a Itália em meio à vergonha e ao escândalo.

Em junho do ano seguinte, Victoria foi coroada em uma cerimônia de cinco horas na Abadia de Westminster, seguida por um banquete real e fogos de artifício. “Sempre me lembrarei deste dia como o dia mais orgulhoso da minha vida”, ela registrou em seu diário.

Linha do tempo da Rainha Vitória: 9 marcos na vida do monarca

24 de maio de 1819 - nasce a princesa Victoria

20 de junho de 1837 - A jovem princesa torna-se rainha

1839 - A crise do quarto de dormir

10 de fevereiro de 1840 - a rainha Vitória casa-se com o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo e Gotha

21 de novembro de 1840 - Victoria e Albert iniciam uma família real

14 de dezembro de 1861 - morre o príncipe Albert

20 de junho de 1887 e 22 de junho de 1897 - A nação celebra os jubileus de ouro e diamantes de Victoria

22 de janeiro de 1901 - a rainha Vitória morre

Rainha Vitória propôs ao Príncipe Albert

Embora quando jovem ela teve muitos pretendentes, uma figura chave ao longo da vida e reinado de Victoria foi seu marido, o príncipe Albert de Saxe-Coburg e Gotha. Victoria conheceu o príncipe alemão no Palácio de Kensington quando os dois tinham apenas 17 anos. O encontro de Victoria e Albert, que também eram primos de primeiro grau, foi planejado pelo tio de Victoria, Leopold I da Bélgica, que acreditava que poderia se beneficiar politicamente da partida .

No entanto, apesar da mediação do casamento que levou o casal a se conhecer, este era definitivamente um casamento por amor. O diário de Victoria revelou que ela achou o jovem príncipe "extremamente bonito". Ela escreveu: “seus olhos são grandes e azuis, e ele tem um nariz lindo e uma boca muito doce com dentes finos, mas o encanto de seu semblante é sua expressão, que é mais encantadora”. Como a tradição real ditava que ninguém poderia propor a um monarca reinante, em outubro de 1839 foi Victoria quem a pediu em casamento.

O casamento de Victoria foi o primeiro de uma rainha reinante da Inglaterra em 286 anos

O casamento da Rainha Vitória e do Príncipe Alberto, que ocorreu na capela do Palácio de St. James em 10 de fevereiro de 1840, foi o primeiro casamento de uma rainha reinante da Inglaterra desde Maria I em 1554. Victoria usava um trem de 5 metros de comprimento transportado por 12 damas de honra e deu início a uma tradição moderna ao vestir-se de branco. Lá fora, a nação explodiu em uma grande celebração pública. Victoria registrou como ela “nunca viu tanta gente ... eles aplaudiram com mais entusiasmo”. Ela refletiu sobre o evento como “o dia mais feliz da minha vida”.

Ao longo de seu casamento de 21 anos, Victoria e Albert tiveram um relacionamento apaixonado, embora às vezes tempestuoso. Embora o casal tivesse discussões acaloradas, Victoria claramente adorava seu marido, descrevendo-o em seu diário como “a perfeição em todos os sentidos ... ah, como eu o adoro e amo”.

Rainha Vitória tinha nove filhos ... mas ela odiava estar grávida

Pouco mais de nove meses após o casamento, a primeira filha de Victoria e Albert, a princesa Victoria, nasceu no Palácio de Buckingham. A rainha logo depois registrou como “depois de muitas horas de sofrimento, nasceu uma criancinha perfeita ... mas ai! Uma menina e não um menino, como ambos esperávamos e desejávamos ”. Os desejos do casal real foram atendidos menos de um ano depois, no entanto, quando Victoria deu à luz um herdeiro homem: Edward, conhecido pela família como Bertie. Victoria e Albert tiveram um total de nove filhos - quatro meninos e cinco meninas.

Surpreendentemente, Victoria odiava estar grávida, e os historiadores sugeriram que ela pode ter sofrido de depressão pós-parto. Ela comparou a gravidez a se sentir como uma vaca e escreveu que “um bebê feio é um objeto muito desagradável - e o mais bonito é assustador quando despido”.

Muitos dos filhos de Victoria foram casados ​​com famílias reais da Europa, mas ao longo de sua vida ela manteve um relacionamento próximo, talvez até sufocante, com eles. Ela tinha uma relação notoriamente turbulenta com seu filho mais velho, o carismático, mas de temperamento explosivo, Bertie.

A "crise do quarto de dormir" de 1839 colocou a Rainha Vitória em apuros

Victoria assumiu o trono em um momento em que o papel do monarca era em grande parte apolítico. No entanto, no início de seu reinado, a rainha inexperiente entrou em apuros por se intrometer em questões políticas, em um evento denominado "A Crise do Quarto de dormir".

O primeiro primeiro-ministro do reinado de Victoria foi o político Whig Lord Melbourne, com quem ela tinha uma relação notavelmente próxima. Melbourne exerceu influência significativa sobre a jovem rainha, que indicou a maioria de suas damas de companhia de acordo com seu conselho.

Em 1839, Melbourne renunciou após várias derrotas parlamentares. O conservador Robert Peel deu um passo à frente para se tornar primeiro-ministro, com uma condição: ele pediu que Victoria demitisse parte de sua família existente - que em grande parte simpatizava com os whig e eram leais a Melbourne - e os substituísse por senhoras conservadoras. Como muitas das damas de companhia de Victoria também eram suas amigas mais próximas, ela se ofendeu com o pedido de Peel e recusou.

A rainha já havia sido criticada por sua confiança excessiva em Lord Melbourne, e agora ela foi amplamente condenada por ser não apenas politicamente partidária, mas inconstitucional. A situação tensa foi eventualmente desarmada pelo sempre razoável Príncipe Albert, que providenciou para que algumas das damas de Victoria renunciassem a seus cargos voluntariamente.

A Rainha Vitória falava várias línguas

Talvez em parte devido à sua escolaridade rigorosa no ‘sistema Kensington’, Victoria provou ser uma linguista notavelmente hábil. Além de ser fluente em inglês e alemão, ela também falava francês, italiano e latim.

Como sua mãe e sua governanta eram alemãs, Victoria cresceu falando a língua e, em um estágio, supostamente até tinha sotaque alemão, que teve de ser apagado pelos tutores. Mais tarde, quando ela se casou com seu primo alemão, o príncipe Albert de Saxe-Coburg e Gotha, o casal falava alemão regularmente. Embora Albert fosse fluente em inglês, ele e Victoria muitas vezes podiam ser ouvidos conversando - e de fato discutindo - em alemão quando em particular.

Mais tarde, Victoria também experimentou algumas das línguas de seu vasto império. Após a chegada dos servos indianos ao Castelo de Windsor em agosto de 1887, ela aprendeu frases em hindustani e urdu com seu assistente indiano favorito, Abdul Karim. A rainha registrou em seu diário: “Estou aprendendo algumas palavras do hindustani para falar aos meus servos. It is a great interest to me for both the language and the people, I have naturally never come into real contact with before”.

The queen’s relationship with her prime ministers wasn’t always easy

Over the course of the six decades she sat on the throne, Victoria saw many prime ministers come and go. Yet while she established a remarkably close bond with some, others failed spectacularly to win her favour.

Victoria’s first prime minister, Lord Melbourne, was keen to flatter, instruct and influence the young queen from the very beginning. The pair were so close that Victoria claimed to love him “like a father”. However, this intense friendship with ‘Lord M’ made the queen unpopular with many – she was criticised for being politically partisan and was even mockingly called her “Mrs Melbourne”. Later in her reign, Benjamin Disraeli similarly pulled out all the stops to win Victoria’s favour with charm and flattery. His tactics clearly worked, as the queen told her eldest daughter [also named Victoria] that he would “do very well” and was “full of poetry, romance and chivalry”.

Other ministers, however, received a much less enthusiastic response from her majesty: she found Lord John Russell stubborn and rude and referred to Lord Palmerston as a “dreadful old man”. As foreign secretary, Palmerston had invoked Victoria’s wrath by ignoring Albert’s suggested amendments to dispatches and apparently attempting to seduce one of her ladies-in-waiting. Victoria found Gladstone similarly infuriating, and with her characteristically sharp tongue dismissed him as a “half-crazy and in many ways ridiculous, wild and incomprehensible old fanatic”.

Britain’s imperial conquests increased nearly fivefold during Victoria’s reign

Over the course of her reign, Victoria witnessed a mammoth expansion of the British empire. During her first 20 years on the throne, Britain’s imperial conquests had increased almost fivefold. By the time she died, it was the largest empire the world had ever known and included a quarter of the world’s population. As the monarchy was seen as a focal point for imperial pride, and a means of uniting the empire’s disparate peoples, Victoria’s image was spread across the empire.

The queen herself took a great interest in imperial affairs. In 1877, prime minister Benjamin Disraeli pronounced her empress of India in a move to cement Britain’s link to the “jewel in the empire’s crown”. The queen had pushed for the title for several years, but, concerned about its absolutist connotations, Disraeli had been hesitant to agree. By 1877, however, Victoria had become so insistent he felt he could not resist any longer, for fear of offending her.

Queen Victoria was known as the “grandmother of Europe”

Over the course of their 21-year marriage, Victoria and Albert raised nine children together. As a means of extending Britain’s influence and building international allegiances, several of their sons and daughters were married into various European monarchies, and within just a couple of generations Victoria’s descendants were spread across the continent. Her 42 grandchildren could be found in the royal families of Germany, Russia, Greece, Romania, Sweden, Norway and Spain.

Warring First World War royals Kaiser Wilhelm (of Germany), Tsarina Alexandra (of Russia) and George V (of Britain) were all grandchildren of Victoria. Kaiser Wilhelm reportedly remarked that had his grandmother still been alive, the First World War may never have happened, as she simply would not have allowed her relatives to go to war with one another.

Victoria’s widespread influence had unexpected genetic, as well as political, implications for Europe’s monarchies. It is believed that the queen was a carrier of haemophilia and had unwittingly introduced the rare inherited disease into her bloodline. Over subsequent generations the condition resurfaced in royal families across the continent. In an age of limited medical facilities, haemophilia – which affects the blood’s ability to clot – could have disastrous consequences. Victoria’s own son Leopold suffered from the disease and died aged 30 after he slipped and fell, triggering a cerebral haemorrhage. Three of the queen’s grandchildren also suffered from the disease, as did her great-grandson, the murdered heir to the Russian throne, Tsarevich Alexei.

Listen: Deborah Cadbury shows how Queen Victoria sought to influence the future of Europe through the marriages of her descendants, on this episode of the HistoryExtra podcast:

Queen Victoria survived at least six assassination attempts

During the course of her 63-year-long reign, Victoria came out unscathed from at least six serious attempts on her life, some of which were terrifyingly close calls.

In June 1840, while four months pregnant with her first child, Victoria was shot at while on an evening carriage ride with Prince Albert. For a moment it seemed as though the queen had been hit, but Albert spurred the driver to speed away to safety and the would-be assassin, Edward Oxford, was apprehended.

Oxford – who was later acquitted on grounds of insanity – proved to be the first of many to target the queen while she was driving in her open-top carriage. In 1850, as the carriage slowed down to pass through the gates of Buckingham Palace, retired soldier Robert Pate ran forward and managed to strike the queen sharply on the head with a small cane. Although it transpired that the cane weighed less than three ounces, so could not have done much damage, the incident nonetheless unnerved Victoria. She escaped several more assassination attempts while riding in her carriage in 1842, 1849 and 1872.

Victoria was also infamously targeted by a stalker – a notorious teenager known in the newspapers as ‘The Boy Jones’. Between 1838 and 1841, Edward Jones managed to break into Buckingham Palace several times, hiding under the queen’s sofa, sitting on her throne and reportedly even stealing her underwear, before being caught.

Victoria mourned Prince Albert for 40 years

On 14 December 1861, Victoria’s life was rocked by the death of her beloved husband, Albert. As the prince was aged just 42 and generally enjoyed good health, his death from typhoid was highly unexpected. It came as a huge blow to the queen, who had been intensely reliant on his support, practically and politically as well as emotionally.

Following Albert’s death, Victoria retreated from public life, adopting elaborate mourning rituals that rapidly became obsessive. As time went on, the situation began to spiral out of control as it became clear the queen’s period of mourning would last much longer than the two years that convention dictated. Consumed by grief, Victoria fell into a state of depression and began neglecting her royal duties. As she repeatedly refused to take part in public events, her popularity began to deteriorate. The British people began to lose patience with their queen, questioning what the ‘Widow of Windsor’ did to earn her royal income. It was not until the 1870s that Victoria was coaxed back into gradually engaging in public life once more.

Despite the decades that passed, Victoria never fully recovered from the loss of Albert. Although she had other intimate relationships – most notably a close friendship with her Scottish servant John Brown – she never remarried. She continued to wear black and sleep beside an image of Albert, and she even had a set of clothes laid out for him each morning, right up until her own death 40 years later in 1901.

Both Queen Victoria’s golden and diamond jubilees were celebrated

Years after her damaging retreat from public life following Albert’s death, Victoria was eventually coaxed back into the limelight. Her golden and diamond jubilees of 1887 and 1897 were crucial to restoring her reputation. Designed to be show-stopping crowd-pleasers, these national festivities reinvented the ‘widow of Windsor’ as a source of national (and imperial) pride and celebration. Grand processions and military displays were jam-packed with patriotic pomp, while Victoria’s face was plastered on all manner of commemorative products.

During 1897’s diamond jubilee (marking Victoria’s 60th year on the throne), street parties, parades, fireworks and cricket games took place across the country. Some 300,000 of Britain’s poor were treated to a special jubilee dinner, while in India 19,000 prisoners were pardoned. During a royal procession to St Paul’s Cathedral, Victoria was reportedly so overwhelmed by the cheering crowds that she burst into tears.

Queen Victoria was buried with a lock of John Brown’s hair

As she entered her eighties, Victoria was still actively taking on her royal duties. Yet, after six decades on the throne, her health finally began to decline. After being diagnosed with ‘cerebral exhaustion’, Queen Victoria died at the age of 81 at Osborne House on the Isle of Wight, on 22 January 1901. The queen had refused to be embalmed, so part of the preparations that followed her death included preparing the coffin to combat the smell and absorb moisture, by scattering coal across its floor. The queen’s staff also cut off her hair, dressed her in a white silk dressing gown with garter ribbon and star and placed her wedding veil over her face, before summoning members of the queen’s family – the royal dukes, the kaiser and the new king, Edward VII – to lift her body into the coffin.

The family then retired, leaving staff to carry out the queen’s secret instructions that were never to be revealed to her children. The wedding ring of the mother of her personal servant, John Brown, was placed on her finger a photograph of Brown and a lock of his hair were laid beside her, along with Brown’s pocket handkerchief, all carefully hidden from view.

The queen was buried beside her beloved Prince Albert on 4 February 1901, in the mausoleum the queen had built for her husband at Frogmore, adjoining Windsor Castle.

Queen Victoria was succeeded by Edward VII, her eldest son

Victoria and Albert’s first son and second child was named Albert Edward, although he was known as ‘Bertie’. As Prince of Wales, he had a love of society and ‘good living’ and was known for his hearty appetites, Bertie – who was crowned King Edward VII on 9 August 1902 – defied expectations by proving himself to be a very successful and well-loved monarch.

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Ellie Cawthorne is staff writer at BBC History Magazine.

This article was first published by HistoryExtra in 2016


8 Key Developments Under Queen Victoria - History

This Chronology presents important dates in the history of social change and social reform in Britain in the 19th and early 20th centuries including parliamentary reform, industrialisation, urbanisation, industrial disputes, advances in technology, labour rights, sanitary conditions and health protection, education, social welfare, female emancipation, women's suffrage, and children’s rights.

1799 The Combination Act , titled An Act to prevent Unlawful Combinations of Workmen , prohibits trade unions and collective bargaining by workers.

1801 The official Census reports that Britain has a population of a little of 10.5 million.

1802 The Health and Morals of Apprentices Act (também conhecido como o Factory Act) limits hours of work for apprentices to 12 per day. No night work is allowed. Young employees are to provide education, decent clothing and accommodation to apprentices.

1807 Gas lights introduced in London. The Society for the Suppression of Vice is established. The Slave Act abolishes slave trade in the British Empire, but not slavery itself. Parochial Schools Bill makes provision for the education of the labouring classes.

1811 The National Society for the Education of the Poor founded.

1811-17 Luddites (mostly textile artisans in Nottinghamshire and Yorkshire) riot and destroy labour-saving textile machinery in the belief that such machinery would diminish employment.

1814 The British and Foreign School Society is founded by liberal Anglicans, Roman Catholics and Jews as an alternative to the National Society.

1815 Corn Laws cut off less expensive foreign wheat. Apothecaries Act sets national (England and Wales) standards for licensing of apothecaries.

1816 Safety lamps are introduced in mines. Robert Owen opens first infant school in New Lanark, Scotland.

1819 The First Factory Act stops children under nine from working in factories and limits those aged nine to sixteen to 72 hours. Peterloo massacre. An estimated 11 people, including a woman and a child, die from saber cuts and trampling by a cavalry charge, and over 400 men, women and children receive serious injuries at a mass reform meeting of 60,000 people on the 16th of August around what's now St Peters Square, Manchester. The term 'Peterloo' was intended to mock the soldiers who attacked unarmed civilians by echoing the term 'Waterloo'.

1820-1825 Legal Acts reform criminal codes. London's Regent Street built for expensive shopping.

1820-1850 A rapid growth of the British economy. Britain as a country gets richer, but the standard of living of the urban lower classes decreases. A respectable paid occupation for a middle-class woman is governess or dressmaker.

1821 The population of England and Wales is 11.5 million, Scotland 2 million, Ireland almost 7 million. The population of London is almost 1.5 million. Beginning of a spread of factory system and growth of industrial towns. The Bank of England (image) begins to function as a central bank.

1824 Combinations Acts of 1799 and 1800 repealed. Trade Unions legalised.

1825 Combinations of Workmen Act prohibits trade unions to collectively bargain for better terms and conditions at work, and suppresses the right to strike. Stockton and Darlington railway opens with a thirteen tonne train, 'Rocket', which achieves a speed of 44 miles per hour.

1826 Journeymen Steam Engine, Machine Makers and Millwrights Friendly Society formed.

1828 Repeal of the Test and Corporation Acts. Non-Anglican Protestants such as Unitarians, Wesleyan Methodists, Primitive Methodists and the Society of Friends, could sit in Parliament and participate in local government.

1829 The Catholic Emancipation Act ends most of denials or restrictions of Catholic civil rights, ownership of property, and holding of public office. This legislation allowed Catholics to sit as MPs for the first time since the Elizabethan Act of Settlement in 1558/9. Liverpool and Manchester railway opens. Sir Robert Peel’s police make their appearance in London. Before this time public order was maintained by the military forces.

1830 The Manchester-Liverpool Railway is opened. The Swing Riots, a widespread uprising by agricultural workers, begins with the destruction of threshing machines in the Elham Valley area of East Kent in the summer of 1830. It spreads throughout the whole of southern England and East Anglia.

1830s Demolition of houses arising from street clearances, warehouse construction and railway building in London.

1831 Factory Act prohibits night work of person under the age of 21. The Truck Act prohibits in certain trades the payment of wages in goods, tokens, or otherwise than in the current coin of the realm. The cholera epidemic draws attention to the deplorable lack of sanitation in the industrial cities.

1832 1832 The Reform Act enfranchises middle-class males and restructures representation in Parliament. Report of the Select Committee on the Bill for the Regulation of Factories describes appalling conditions, excessive hours of work and cruelty to children in factories.

1834 Poor Law Amendment Act. Parish workhouses are instituted. Robert Owen founds the Grand National Consolidated Trade Union. Chimney Sweeps Act forbids the apprenticing of any boy under the age of 10 years, and the employment of children under 14 in chimney sweeping unless they are apprenticed or on trial. The apprentices are not to be 'evil treated' by their employers, and any complaints of the children are to be heard by justices of the peace.

1835 Municipal Corporations Act replaces the unpaid administration of squires and magistrates with professional bureaucrats serving elected councils. Working Men’s Association is founded. The legislation follows the Reform Act of 1832, which abolishes most of the rotten boroughs for parliamentary purposes.

1836 The Civil Marriage Act broadens the range of legitimate marriage partners, regardless of religion and ceremony. The Church of England loses its monopoly over marriage services, and non-Anglicans are allowed to marry either in their own Church or in Registry Offices.

1836-1848 Chartist agitation for electoral reform and universal male suffrage. The University of London offers medical degree that combine academic instruction with clinical practice in medicine

1837 Queen Victoria succeeds to the throne. The middle class makes up about 15 percent of the population of England. The mandatory civil registration of births, marriages, and deaths is introduced in England and Wales.

1838 People's Charter published. Anti-Corn Law League founded. London-Birmingham line opens, and the railway boom starts (17 September).

1839 Child Custody Act gives mother limited rights in her children and right to petition for co-guardianship.Rural Police Act empowers Justices of the Peace to establish county police forces.

1840 The population of England and Wales is almost 16 million. Vaccination Act makes free vaccination available. Report of the Select Committee on the Health of the Towns exposes squalid living conditions in many industrial areas and recommends to create district boards of health which turn the public attention to the causes of illness and suggest means by which the sources of contagion might be removed. Penny Post: an inexpensive and fast mail service is established. Vaccination for the poor introduced. Chimney Sweeps Act prohibits any child under the age of 16 years being apprenticed, and any person under 21 being compelled or knowingly allowed to ascend or descend a chimney or flue for sweeping, cleaning or coring. Grammar Schools Act allows endowment funds to be spent on modern and commercial subjects.

1842 Report on Sanitary Conditions of the Labouring Population of Great Britain , compiled by Edwin Chadwick, Secretary to the Poor Law Commission, reveals that working-class streets and homes are appallingly and dangerously unsanitary. Mines and Collieries Act makes it illegal for women and children under ten to work below ground. Prime Minister Robert Peel reintroduces income tax (which had last been collected in 1816). The tax becomes the government's principal source of revenue for public spending. Railway from Manchester to London opens.

1843 The Royal Commission for Inquiry into the State of Large Towns and Populous Districts established.

1844 The Royal Commission of Health in Towns established. Beginning of the cooperative movement at Rochdale. Labour in Factories Act amends the regulations concerning factory inspectors and certifying surgeons. For the first time machinery is required to be guarded.The Railway Regulation Act provides for a minimum standard for rail passenger travel. It also makes provision of certain compulsory services at a price affordable to poorer people to enable them to travel to find work.

1845 Engels laments in his Condition of the Working Class in England : &ldquoThe worker is forced to live in such dilapidated dwellings because he cannot afford to rent better accommodation, or because no better cottages are available close to the factory where he is working.&rdquo The Final Report of the Health of the Towns Commission recommends that local authorities should be responsible for drainage, paving, cleansing and water supply as well as they should have the authority to require that landlords clean and repair properties dangerous to public health. The Bastardy Clause of the 1834 Poor Law repealed.

1845-48 The potato blight destroys Ireland's population growth up to a million people die of malnutrition two million emigrate. The new technology of steam printing makes books cheaper.

1846 Parliament begins defining what constitutes unfit conditions for living accommodation in the first of several Nuisances Removal Acts. Repeal of the Corn Laws.

1847 Cholera epidemics in London and other industrial cities in England. The Ten Hour Act further limits the workday for both women and adolescent males to ten hours daily and 58 hours in a week. Asylum for Idiots established at Highgate. James Simpson Young first uses chloroform for women in labour. William Dixon and W. P. Roberts, two of the leaders of the Miners' Association of Great Britain and Ireland, become the first union officials to stand for election to parliament.

1848 Major cholera epidemic sweeping westwards in Europe in England about 60,000 deaths, about 14,000 in London alone. Influenza pandemic, 50,000 deaths in London. Public Health Act establishes a General Board of Health empowered to create local boards of health which have authority to deal with water supplies, sewerage, control of offensive trades, quality of foods, paving of streets, removal of garbage, and other sanitary measures. The Queen’s College for Women is founded in London. An Act of Parliament established 'ragged schools' for the children of the poor. Publication of John Stuart Mill's Principles of Political Economy , the book which presented a more optimistic view of the possibility for improving the conditions of living of the working class.

1849 Another cholera epidemic 3,183 deaths reported in London. There are over 3,000 textile factories in Britain.

1850 Factories Act amends the act of 1847 by stating the times between which young people and women could be employed in factories and increases the total hours which could be worked by them to 60 per week. Public Libraries Act enacted.

1851 The population of England is almost 18 million. 54 percent live in urban areas. Saltaire, a model housing development is built by Sir Titus Salt, a leading industrialist in the Yorkshire woollen industry. The Great Exhibition, a celebration of technological achievement and British imperial power, opens at the Crystal Palace in Hyde Park, London (1 May). It attracts more than six million visitors to Britain, the richest nation in the world. There are 161,000 commercial horse-drawn vehicles on British roads, most of them are linked to railway travel. Cripples Home and Industrial School for Girls founded at Marylebone.

1852 The first public library opens in Manchester.

1853 Compulsory Vaccination Act introduces vaccination for all infants within four months of birth, but contains no powers of enforcement. Queen Victoria uses chloroform at the birth of her eighth child, and thereby ensures its use as an anaesthetic.

1854 London Working Men's College is founded.

1854-56 Crimean War: Florence Nightingale organises hospitals and nursing services.

1855 Metropolis Management Act creates the Metropolitan Board of Works, body to co-ordinate the construction of the London's infrastructure. Abolition of stamp duties on newspapers enables the British workers to read newspapers at an affordable price.

1857 Matrimonial Causes Act establishes divorce courts (The Court for Divorce and Matrimonial Causes). It entitles couples to divorce without the need to obtain permission via a private Act of Parliament. The grounds, however, are different for men and women: a husband can divorce his wife on the grounds of adultery the woman, on the other hand, must prove adultery and cruelty or desertion. The famous report on prostitution by William Acton presents a conservative view of female sexuality.

1858 Workhouse Visiting Society is formed. The first swimming bath for ladies is opened at Marylebone, London. Lionel de Rothschild is the first Jew seated in Parliament. The property qualification of MPs abolished.

1859 Charles Darwin publishes On the Origin of Species .

1860 Food and Drugs Act prevents the adulteration of food.The Nightingale School of Nursing is founded.

1860s Philanthropic societies build model housing: blocks of tenements (mainly in London) where working people can rent flats, e.g. Beaconsfield buildings, Improved Industrial Dwellings Company and Peabody Trust. Some large factory owners also build model housing estates for employees, e.g. the manufacturer and philanthropist Titus Salt at Saltaire.

1861 Local Government Act amends the 1858 act by requiring local authorities to purify sewerage before discharging it into rivers and canals. Post Office savings scheme for ordinary people is launched. The abolition of the 'Taxes on Knowledge' (the stamp duties on newspapers and the customs and excise duties on paper) results in spectacular development of daily and Sunday newspapers. Lectures in physiology opened to ladies at University College, London.

1862 Companies Act provides stimulus to accumulation of capital in shares. Florence Nightingale establishes Nightingale School for Nurses at St. Thomas' Hospital (image).

1863 The world's first underground railway opens in London in January between Paddington and Farringdon using gas-lit wooden carriages hauled by steam locomotives. There are over 1,000 newspapers in Britain. Queen's Institute founded in London for the industrial training of women.

1864 The first Contagious Diseases Act is passed, permitting forcible registration and regular internal examination of women suspected to be prostitute, within a radius of 11 army camps and naval ports in England and Ireland.

1865 Girls are admitted to Cambridge Local Examinations. Elizabeth Garrett Anderson passes the Society of Apothecaries examination and becomes the first British woman licensed as a doctor. Barbara Bodichon forms Women's Suffrage Committee.

1866 A second new Contagious Diseases Act adds Chatham and Windsor to the list of towns and introduces the enforcement of fortnightly medical examinations of women for venereal disease. Women's suffrage societies founded in London, Edinburgh, and Manchester.

1867 Second Reform Act doubles the electorate (15 August). Metropolitan Poor Act provides for the establishment of hospitals for the sick and insane. John Stuart Mill introduces the first women’s suffrage bill into parliament. Josephine Butler establishes the first Industrial Home which provides former prostitutes with work, such as making clothes and envelopes. Factory Extension Act brings all factories employing more than 50 people under the terms of all existing factory acts, forbids the employment of children, young people and women on Sundays and amends some regulations of previous acts.

1868 Founding of the Trades Union Congress. Torren's Act imposes punishment for landlords who fail to improve their property. Last public execution in England.

1869 The Ladies National Association for the Repeal of the Contagious Diseases Acts founded. The first municipal housing estate in Europe, St Martin’s Cottages are built in Liverpool. The Charity Organisation Society is founded in response to growing pauperism in London and other large cities during the 1860s. First women's college at Cambridge (Girton — image). Women ratepayers receive municipal franchise. Imprisonment for debt is abolished. Anglican Church disestablished in Ireland.

1870 W. E. Forster's Education Act makes elementary education available to all children in England and Wales. William Fowler MP introduces a private member's bills to repeal the Contagious Diseases Acts. A Royal Commission is set up to consider the matter. The First Married Women’s Property Act allows wives to retain earned income and property acquired after her marriage.Over 30 large music halls in London and almost 400 large music halls in Britain.

1871 The population of England and Wales is 27,7 million, Scotland 3.5 million, Ireland 5.4. Religious tests for university teachers and officials abolished. Trade unions legalised and workers are granted the right to strike. Bank Holidays Act lays down that Easter Monday, Whit Monday, the first Monday in August and 26th of December (if a weekday) should be official holidays.

1872 Voting by secret ballot is introduced in national elections. National Agricultural Labourers Union founded. Metalliferous Mines Regulation Act prohibits the employment in the mines of all girls, women and boys under the age of 12 years introduces powers to appoint inspectors of mines and sets out rules regarding ventilation, blasting and machinery.

1872 Infant Custody Act provides a possibility that a mother can obtain child custody even if she committed adultery.

1874 Women’s Trade Union League formed. London Medical College for Women opened. Factory Act raises the minimum working age to nine limits the working day for women and young people to 10 hours in the textile industry, to be between 6 am and 6 pm and reduces the working week to 561 hours. London School of Medicine for Women founded.

1875 The Artizans Dwellings Act allows councils to clear and redevelop slum areas and re-house inhabitants.

1875 Women physicians can be licensed to practise.

1877  Royal Free Hospital admits women as medical students.

1878 Women are admitted to degree courses at the University of London. Maria Grey Training College for women teachers founded. Legal separation permitted if wife is repeatedly assaulted. Electric lights are installed in some London streets. Phillipa Flowerday appointed as nurse to the J & J Colman (Norwich) to work among the factory people, and to visit them at home when they are ill. She is believed to be the first trained nurse to be appointed to work as a nurse within an industrial organisation.

1877 Social campaigners, Annie Besant and Charles Bradlaugh, are tried for republishing Charles Knowlton's The Fruits of Philosophy , a book advocating contraception. Their action is considered 'likely to deprave or corrupt those whose minds are open to immoral influences', and they are sentenced to six months imprisonment.

1877 Electric lights are installed on some London streets.

1879  First women's colleges at Oxford — Somerville (image) and Lady Margaret Hall). Pharmaceutical Society admits women as members. London's first telephone exchange opens.

1880s Some 120,000 Jews flee from Eastern Europe to England to avoid religious and economic persecution. The middle classes begin to move to the suburbs from city centres. Stores begin to sell canned meat and fruits.

1880 Elementary education becomes compulsory for children aged 7 to 10. Women admitted to degrees at the University of London. Josephine Butler begins her campaign against the 'white slave trade' and names officials in the trafficking of girls from London to Belgium.

1880-96  Real wages go up by almost 45 per cent.

1882 A second Married Women's Property Act entitles married women to retain separate ownership of any property they own before their marriage. (Previously, a wife's existing property legally passed into the ownership of her husband when they married.)

1883 Married women obtain the right to acquire their own property. The first electric tram is in operation.

1884 The third Reform Act creates a uniform franchise qualification based on the Reform Acts of 1867 and 1868. As a consequence almost two-thirds of adult males in England and Wales, three-fifths in Scotland and half in Ireland are entitled to vote in parliamentary elections. The Royal Commission on the Housing of the Working Classes is appointed. Marks & Spencer opens as a stall at Kirkgate, Leeds.

1885 Criminal Law Amendment Act raises age of consent to 16. Criminal Law Amendment Act permits wives to testify against husbands in court. The Royal Commission on the Housing of the Working Classes reveals extent of overcrowding in inner city areas. John Kemp Starley invents the modern safety bicycle. Domestic service still remains the largest area of employment for women and girls, but clerical work and shop work moves to the second place.The railway network covers 27,000 kilometres (17,000 miles)

1886 The Contagious Diseases Acts are repealed.

o Maintenance in Case of Desertion Act enables magistrates to award the wife maintenance up to a maximum limit of 2 pounds a week if she can show the Bench that her husband was able to support her and their children but refused or neglected to do so and deserted her. The Guardianship of Infants Act mandates that when father dies, guardianship passes to mother.

1886 Shop Hours Regulation Act regulates the hours of work of children and young persons in shops. The hours of work are not to exceed 74 per week, including meal times.The Salvation Army has 1,749 congregations and over 4,000 officers in Britain.

1887 Queen Victoria's Golden Jubilee turns into a celebration of fifty years of domestic progress.

1888 Local Government Act establishes county councils and county borough councils in England and Wales. 1,400 women go on strike in protest of the poor wages and dangerous conditions in the at Bryant & May matchstick factory. Trade Union membership stands at 750,000. Jack the Ripper murders 5 women in London slums.

1889 Employment of children under age 10 prohibited. Elementary school compulsory for children up to age 12. London County Council (LCC) formed. Women's Franchise League established.

1890 Housing of the Working Classes Act allows London’s local councils to build houses as well as clearing away slums. Councils have to re-house at least half the people displaced by slum clearance. First moving-picture shows appear. The first electric underground train line in London begins to operate.

1892 London County Council (LCC) begins building tenement blocks.

1893 The Independent Labour Party formed. Elementary Education Act (Blind and Deaf Children) requires provision of free schools for blind and deaf children.

1894 Parish councils created. Trade union membership reaches 1.5 million.

1897 Queen Victoria's Dimanond Jubilee marks the high tide of the British Empire. Workmen’s Compensation Act establishes the principle that persons injured at work should be compensated. National Union of Women’s Suffrage Societies (NUWSS) founded. Actress Minni Palmer becomes the first woman car driver and car owner.

1898 Thomas M. Legge (later Sir, 1863-1932) appointed as the first medical inspector of factories.

1901 Queen Victoria dies at the age of 80. Her reign lasted 63 years – the longest of any British monarch. The middle class makes up about 25 percent of the population of England. Census reveals that there are 212 female doctors in the UK.

1902 Balfour's Education Act provides for secondary education.

1903 LCC, influenced by the Garden City and Arts & Crafts movements, begins to build 'garden village' estates in the suburbs. The first was Totterdown Fields estate in Tooting. The Women's Social and Political Union is founded by Emmeline Pankhurst with the aim of gaining the vote for women. In response to a government unsympathetic to their arguments, the group turns to acts of civil disobedience. The London County Council Tramways first electric line opens in May between Westminster Bridge and Tooting.

1905 London-based churches, missions, and charities support some 7,500 volunteers and almost 1,000 paid visitors, the vast majority of them being middle or upper class women.

1906  The Liberal Party wins the general election and embarks on a significant series of reforms. In extending the principle of governmental responsibility for the nation's citizens, these lay the foundations of the modern welfare state. Workers are compensated for injuries at work. The National Federation of Women Workers is set up by Mary MacArthur.

1907 Under the Qualification of Women Act , women can be elected onto borough and county councils and can also be elected mayor. Act allowing marriage with deceased wife’s sister. Free medical treatment for children at schools.

1908 Old age pension introduced. Five shillings a week to be given to every poor man and woman over 70 years old.

1909 Campaign for female suffrage intensifies.

1911 National Insurance Act: insurance provided for sick workers. Every worker with less than 100 pounds a year is to pay fourpence a week to the State. The employer adds fivepence and the Government threepence, making it all a shilling a week, which is paid to a doctor (known as the panel doctor), who then gives the worker free treatment when he or she is sick.

1913 Maternity, sickness, and unemployment benefits are introduced in Britain. Cat and Mouse Act passed, allowing hunger-striking women suffragists in prisons to be released when their health is threatened and then re-arrested when they had recovered.

1914 The First World War begins. The wartime effort sees a large influx of women into the workforce, to fill jobs vacated by men conscripted to serve in the war against Germany.

1918 The First World War ends. Women of thirty (wives of electors and female householders) are allowed to vote.

1919 Lady Nancy Astor becomes the first female Member of Parliament.

1920 Sex Discrimination Removal Act allows women access to the legal profession and accountancy.

1923 Matrimonial Causes Act grants divorce on same ground to both sexes.

1925 Widows’ Pension Act passado.

1929  Suffrage for all over 21.

Select Bibliography

Davies, Gill. The Illustrated Timeline of Medicine . New York: The Rosen Publishing Group, 2011.

Morgan, Kenneth O., ed. The Oxford Popular History of Britain . Oxford: Oxford University Press, 1993.

Mathias, Peter. The First Industrial Nation: The Economic History of Britain 1700–1914 . New York: Routledge, 2001.

Thackeray, Frank W., John E. Findling, eds. Events that Changed Great Britain Since 1689 . Westport: Greenwood, 2002.


10. And a popular Christmas one as well.

You can thank Queen Victoria and her husband Prince Albert for your Christmas tree. They popularized the custom in 1848 when Albert sent decorated trees to schools and army barracks around Windsor. An image of the royal family decorating a tree was also published that year, inspiring other British families to do the same.

Victoria and Albert were very hands-on in the process. "Queen Victoria and Prince Albert brought the tree into Windsor Castle on Christmas Eve and they would decorate it themselves," Royal Collection curator Kathryn Jones explained to the BBC. "They would light the candles and put gingerbread on the tree and the children would be brought in."


World History Final

Let us go, children of the fatherland
Our day of Glory has arrived.
Against us stands tyranny,
The bloody flag is raised,
The bloody flag is raised.

Do you hear in the countryside
The roar of these savage soldiers
They come right into our arms
To cut the throats of your sons,
your country.

Which line illustrates how the French people feel about their relationship to their country and national identity? (1 ponto)

"That the pretended power of suspending the laws or the execution of laws by regal authority without consent of Parliament is illegal

That the pretended power of dispensing with laws or the execution of laws by regal authority, as it hath been assumed and exercised of late, is illegal

That levying money for or to the use of the Crown by pretence of prerogative, without grant of Parliament, for longer time, or in other manner than the same is or shall be granted, is illegal

That it is the right of the subjects to petition the king, and all commitments and prosecutions for such petitioning are illegal

That the raising or keeping a standing army within the kingdom in time of peace, unless it be with consent of Parliament, is against law. & quot
Domínio público

How did the English Bill of Rights represent a change from the existing political trends in 17thÚSdm4á| century Europe? (5 points)


Assista o vídeo: Mulheres na História #69: VITÓRIA DO REINO UNIDO, a rainha que marcou uma era


Comentários:

  1. Luiginw

    Desculpe por interferir... Estou familiarizado com esta situação. Você pode discutir.

  2. Iuwine

    Eu confirmo. E eu enfrentei isso.

  3. Samuk

    Parabéns, esta é simplesmente uma excelente ideia

  4. Reymond

    Assista a todos! Apenas super !!!



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